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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Paraenses nos EUA relatam como foi passagem do furacão na madrugada desta segunda-feira

"Segundo o paraense Vitor, nesta segunda-feira (11) amanheceu ventando forte ainda e os ventos vêm sempre acompanhados de bastante chuva. Ele está sem energia elétrica na casa desde as 23h30 deste domingo."

A passagem do furacão Irma pelo sudeste dos Estados Unidos deixa paraenses que estão em solo americano aflitos desde o fim da tarde deste domingo (10) até o início da manhã desta segunda-feira. “Estamos bem. O pior já passou”, diz o paraense Vitor Melo, que decidiu ficar com a família em Orlando, na Flórida, por ondo o furacão passou nesta madrugada, deixando rastros de destruição. Riscos de fortes chuvas e enchentes continuam no sudeste dos EUA.

Segundo Vitor, nesta segunda-feira amanheceu ventando forte ainda e os ventos vêm sempre acompanhados de bastante chuva. “Estamos sem luz desde as 23h30 deste domingo. O sinal da internet entra e sai”, diz. Segundo ele, a família se preparou para esse momento e estocou água e comida. Vitor também tomou algumas medidas de segurança, como retirar objetos da área da piscina a fim de que não voassem e quebrassem o vidro da porta.

O empresário paraense Paulo Ornela, que está em Boca Raton, distante aproximadamente uma hora de Miami, também viveu momentos de aflição. O furacão passou, no fim da tarde deste domingo, pela costa Oeste da Florida, área do Golfo do México, mas a costa Leste, onde fica Miami e as principais cidades, incluindo Boca Raton, foi afetada com fortes ventos e muita chuva. Segundo o paraense, há registro de alagamento, árvores caídas e cerca de 1 milhão de residências sem luz.

“Estamos seguros. Como as autoridades sugerem, fizemos um plano de emergência, comprando mantimentos para pelo menos quatro dias, incluindo água e enlatados, lanternas, pilhas e remédios”, diz o pai de seis filhos, acompanhado de quatro deles. Paulo tem negócios em Belém e Boca Raton, onde tem casa há cinco anos, e garante que nunca viu nada igual.

“Estamos em nossa casa, que tem proteção contra furacão, e ficamos aqui porque nossa região não recebeu ordem de evacuação, pois as áreas mais propensas a alagamento são as que evacuaram”, explica. A região está com toque de recolher desde o sábado (9) e todos devem permanecer dentro de suas casas e abrigos até esta segunda-feira.
“Abrigamos mais uma família de amigos, de Belém, que mora em uma Área de Aventura, que recebeu ordem de evacuação. Somos 10 pessoas, todas de Belém, aguardando o término da situação”, diz Paulo.

Segundo Paulo, os ventos fortes do furacão provocaram tornados esparsos que aumentaram os danos causados. “Na nossa casa, no momento, ainda temos luz, embora já tenha faltado mais de dez vezes e retornado. Estamos sem internet e TV a cabo, apenas com a internet do celular, com baixa capacidade”, informou.

Segundo as autoridades norte-americanas, a passagem da tempestade matou 28 no Caribe e 4 nos EUA. O Irma perdeu força na Flórida, ruma para a Georgia, mas ainda é perigoso. Cerca de 6,3 milhões de pessoas saíram da Flórida e há queda de energia e falta combustível.
Fonte:G1PA

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UA CLAUHS

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Warley Alberto Clauhs Formação: Graduado em Letras . Pós Graduado em Arte em Educação. Graduação em Pedagogia. Graduando em Artes. Preparado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Teatrais -SP. Poeta, Ator, Radialista e blogueiro.