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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

RONDON DO PARÁ: PORTAL KLAUHS RECEBE DENÚNCIA DE ALGUNS GARIS

"Três garis em conversa com Portal Klauhs Acabam Desabafando Sobre as Humilhações e Condições Precárias de Trabalho"


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Foto Reprodução Ilustrativa

"É Humilhante nossas condições de trabalho. Somos valorizados apenas em tempos de campanha. Sou concursado, porém esse e aquele outro coitado nao são, e se reclamarem vão para o olho da rua. É uma desgraça, tomara que esse secretário suma dali logo", disse um dos garis ao blog.

O Nana@ foi abordado por uns garis que limpavam as ruas, e outros que saiam no carro de lixo por Rondon do Pará. Nos foi solicitado que pudessemos denunciar os demandos da secretaria de obras(secretário João Malcher) que mesmo diante da incompetência, nada o faz abidicar a pasta e dar lugar a quem trabalhe respeitando e valorizando seus mandados e o povo. 

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Por muito tempo, aliás, por anos, vimos que os ASGs trabalham no dia a dia de forma irregular e perigosa, uma vez que ficam expostos aos mais variados riscos na profissão. O gari concursado nos relatou que vem esperando os uniformes e EPIs desde que o secretário assumiu a 'pasta', e até então ninguém comenta absolutamente nada

Qualquer cidadão de Rondon do Pará pode comprovar a denúncia com os próprios olhos, basta reparar os recolhedores de lixo na sua residência, os capinadores, varredores, apanhadores, maquinistas e outros, bem como ás péssimas qualidades das luvas(quando os mesmo às têm), calça e camisa manga longa e/ou manga curta, botinas, oculos, bonés, capas de chuva em períodos chuvosos, mascáras, dentre outros, nada possuem senão á própria bermuda, calça e camisa.

"Gostavámos muito do Programa da Nana@ que você fazia e esses bandidos fizeram covardia ao tirar nossa voz da rádio. Quero te pedir, por favor não poste foto nossas e nem fale nosso nome. A resposta a eles daremos só nas eleições. Eles podem é resolver o problema agora, mas estão (palavrão) com a gente", completou o gari concursado.   

O Portal Klauhs leva por meio dessa matéria a falta de responsábilidade e zelo por esses profissionais carentes e nada valorizados. Nos sintimos honrrados por sermos lembrados por esses trabalhadores ao nos pedir socorro. 

Quem sabe por meio destá denúncia apareça requerimentos e solicitações ao menos de algum vereador da câmara em prol desses guerreiros que zelam por Rondon do Pará. Demos o primeiro passo, a voz ao povo aqui no PORTAL KLAUHS.
A esses guerreiros, Deus os abençõe. 
Por Nana@

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Garis: conheça os EPIs que devem ser utilizados por esses profissionais
Dia do Gari: conheça os EPIs que devem ser utilizados por esses profissionais
foto Ilustrativa/ O gari é o profissional responsável pela limpeza das ruas, praças, parques e vias públicas.
Celebrado anualmente em 16 de maio, o Dia do Gari tem o objetivo de homenagear e destacar a importância do trabalho realizado pelos profissionais responsáveis por manter ruas, praças e praias brasileiras livre do lixo gerado pela natureza ou pelo ser humano. Trata-se de uma profissão que geralmente não recebe o respeito e visibilidade que merece, pois é graças aos garis que os cidadãos podem habitar uma cidade mais limpa, bonita e saudável.

Para realizar esse respeitável trabalho, os garis ficam constantemente expostos a riscos. Isso porque eles trabalham em contato direto com materiais contaminantes, além de restos de garrafas, cacos de vidro em geral, lascas de madeira e diversos outros tipos de lixo que podem prejudicar sua saúde ou integridade física.

Por conta desses riscos, é fundamental que os garis utilizem Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) durante a execução de suas tarefas. Confira a seguir a lista dos EPIs fundamentais para os garis:
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Foto Ilustrativa
EPIs para garis
– Luva de proteção;

– Botinas de segurança;

– Máscaras de proteção (para proteção contra a poluição das grandes cidades e de possíveis substâncias contaminantes);

– Protetor auricular (para quem trabalha em ruas muito movimentadas e com muita poluição sonora);

– Uniforme para facilitar a identificação do trabalhador.

O que diz a lei do EPI?

A Lei do EPI é a norma máxima sobre o uso de equipamentos de proteção individual. O uso deles passou a ser obrigatório com a Lei n.º 6.514/77 da CLT e é regulamentado pela NR6, que versa sobre quais equipamentos são EPIs.

Contudo, além de determinar as circunstâncias do uso e responsabilidades de empregador e empregado em relação aos dispositivos de segurança, essas leis também orientam sobre a fabricação e a comercialização desses equipamentos. Elas indicam que é obrigatório que todo EPI tenha o certificado de aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego, mesmo quando eles são importados de outros países.

As leis deixam claro que cabe à fabricante incluir instruções claras, em língua portuguesa, sobre o uso do EPI e realizar manutenções.
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Foto Ilustrativa
Em quais situações o EPI deve ser usado?

A pessoa capacitada para determinar se há necessidade de EPI é o técnico de segurança do trabalho. Havendo necessidade, esse profissional informará que tipos de proteção precisam ser usados em cada local.

A necessidade de EPI pode existir em qualquer tipo de ambiente de trabalho que apresente fatores de risco à segurança e à saúde dos empregados, não somente nas áreas de atuação mais comumente consideradas perigosas ou insalubres.

Quais as obrigações de empresas e empregados?

Cabe à empresa oferecer todos os EPIs necessários para uso no trabalho, em número suficiente para os funcionários e como promover substituições ou reparos, para que estejam sempre prontos para uso. É proibido cobrar ou descontar do colaborador o valor referente aos equipamentos de proteção individual, a não ser que ele tenha feito mau uso deles.

Também, é responsabilidade exclusiva do empregador prestar esclarecimentos aos trabalhadores sobre a forma correta de usar os equipamentos e as consequências de não fazê-lo.

As responsabilidades do funcionário são usar a proteção sempre que estiver exposto a situações de risco e conservar os seus equipamentos em bom estado.
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Foto Ilustrativa
Quais são as consequências legais do descumprimento?

Pela lei do uso de EPIs, qualquer tipo de estabelecimento pode ser interditado se a fiscalização encontrar funcionários trabalhando sem proteção em ambientes de risco.

Caso o risco seja em relação à medicina do trabalho (como em intoxicações ou contaminações), a empresa é multada em valor que vão de 3 a 30 vezes o salário mínimo vigente. Se forem identificados riscos de segurança do trabalho (quedas, amputações), a multa vai de 5 a 50 salários mínimos. Reincidências ou tentativas de fraude resultam sempre no valor máximo da multa.

A determinação do valor a ser pago no caso de multa é feita por laudo pericial, na qual é analisada a gravidade da situação. A empresa poderá, ainda, sofrer processo cível e/ou trabalhista.

Quando é o funcionário quem deixa de utilizar o EPI disponibilizado, mesmo após ser orientado sobre a importância dele, o seu empregador pode aplicar procedimentos disciplinares (como advertência seguida de suspensão ao reincidir) e até demiti-lo por justa causa.

Como incentivar o uso de EPI na empresa?

Há uma série de ferramentas a disposição do empreendedor para incentivar o uso de EPIs no local de trabalho. Campanhas de conscientização, por exemplo, são bastante populares nas empresas, porque orientam os funcionários, ao mesmo tempo, em que incentivam o uso dos equipamentos de proteção.

Para quem costuma deixar o equipamento protetivo de lado com frequência, a advertência por não uso de EPI é outro dos recursos disponíveis para contornar a situação.

Conheça estratégias que vão ajudá-lo a implementar, com sucesso, o uso de equipamentos de proteção individual entre os seus funcionários!

Campanhas de conscientização internas

Lembrar frequentemente os funcionários da necessidade de usar equipamentos de proteção individual é o primeiro passo para que eles sejam bem-sucedidos nessa tarefa. Campanhas, com a distribuição de material impresso e a colocação de cartazes e placas pelo ambiente de trabalho são excelentes para se fazer isso. Elas tornam os EPIs parte da rotina dos colaboradores e são excelentes para evitar acidentes.

Adicione esses lembretes em áreas-chave da empresa, como o espaço onde os colaboradores tomam café, os armários em que guardam seus itens pessoais e os banheiros. Ao ver aquelas mensagens com frequência será muito mais difícil “esquecer” de usar um EPI.

Treinamentos de EPI semestrais

Até desenvolver a conscientização sobre o uso de EPIs na sua empresa, você levará um tempo. Por isso, precisará programar uma série de treinamentos para a equipe, preferencialmente mais de uma vez por ano.

Os treinamentos semestrais são uma oportunidade para estimar quantos dos seus colaboradores já têm domínio sobre os equipamentos de proteção individual e quais deles ainda precisam aprender mais e se habituar com o uso deles.

Empresas com taxas maiores de rotatividade ou crescimento verão que é preciso investir em treinamento em mais ocasiões, principalmente ao contratar funcionários. Já aquelas que contam com uma base de colaboradores estável, há certo tempo, observarão esses treinamentos se tornarem cada vez menos frequentes, conforme todos os colaboradores são educados sobre o uso de EPI.

Advertência por não uso de EPI

A advertência por não usar EPI ou por mau uso de EPI é um recurso formal, no qual a empresa demonstra insatisfação com um colaborador em particular porque ele não tem cumprido com as regras. Ela é uma forma de documentar que, mesmo dispondo dos equipamentos de proteção individual, foi escolha do colaborador descumprir com as regras e serve para isentar o negócio de responsabilidade sobre a demissão do empregado.

A advertência por escrito deve ser assinada e anexada na ficha do funcionário, sendo o passo que antecede uma suspensão ou uma demissão por justa causa. Munido desse documento, você poderá mostrar na justiça — se necessário — que o colaborador deu motivos para a demissão e foi orientado sobre o que fazia de errado.

Independentemente de ser proprietário de empresa, profissional da segurança do trabalho ou funcionário, é importante conhecer a lei do uso de EPIs para contribuir com um ambiente de trabalho mais saudável e seguro para todos.

Gostou de conhecer melhor a Lei que rege os equipamentos de proteção individual e recursos que os tornarão mais populares entre os seus colaboradores, como a advertência por não uso de EPI? Esperamos que sim.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

RONDON DO PARÁ CAPITULO 2: BOATOS SOBRE VOTORANTIM EM 2019 PODE SER UM NOVO GOLPE PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES DE 2020

"Tragam as Máquinas, Chamem Representantes da Votorantim  Para Novas Previsões e Convoque o Povo." 
Foto grupo de whatsapp Rondon Democrático


A história todos já conhecem e virou "História Que o Povo Conta". O Blog Portal Klauhs ouviu muitas pessoas sobre a história do PSDB e suas artimanhas políticas para se manterem no poder através das mentiras ou das especulações e promessas falsas. 

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HISTÓRIA QUE O POVO CONTA

Era uma vez a filha de um coronoel MUITO PERIGOSO, que não precisa de dinheiro do povo porque sempre foi bem estruturada... um dia a filhinha do coronel resolveu lutar pelos mais carentes e por uma cidade cujo povo sofria muito com os problemas na saúde, educação, saneamento básico e geração de EMPREGOS. A bondosa senhora, casada com, o mais gentil dos cavalheiros, resolve  então buscar tomar o poder de um certo prefeito e simular a vinda de uma das maiores e mais respeitadas empresas que atua nacionalmente e internacionalmente, a Votorantim.

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Imagem reprodução google
As máquinas então pareciam chover enfrente ao Parque de Exposição, os terrenos começaram a se valorizar, o comércio em geral se organizou, construções foram feitas, e o povo então resolveu ELEGER A BOA SAMARITANA. 

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Imagem reprodução google
O povo caiu no sono por alguns meses, e por esse tempo alimentavam suas esperanças em verem seus filhos empregados  e morando junto da familia, pais sustentando suas familias, seus jovens cursando mineração, técnico em segurança do trabalho, automação, predial, enegenharias e outros sonhos, usurpados, tragados, enganados de modo trágico. 

Muitos resolveram ir embora atrás de oportunidades deixando suas familias, esposas, filhos e seus poucos bens. Uma dor carregada pelo povo até os dias atuais naquele sofrido lugarejo. Essa é mais uma história que o povo conta. Fim.!?

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Imagem reprodução google
A história é retomada agora com novos personagens, mas com o enredo igual parecido. A boa samaritana agora ensina suas crias como chegar ao poder engando os filhos dos filhos, acreditando que os mais antigos se esqueceram do quanto foram enganados. Será que o povo esqueceu? Não importa, o importante é que o Portal Klauhs estará de olho em tudo que se passar em Rondon do Pará.
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Imagem reprodução google
 O Blog Portal Klauhs Torce em conjunto com toda a população para que o município possa um dia receber um polo Indústrial ou siderúrgico, mas sabemos e temos conhecimento teórico e prático de que se trata de uma jornada cuja realidade atravessa uma simples visita repetitiva e de mesmo contéudo.

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SOBRE A VOTORANTIM

O jeito certo: com responsabilidade e olhar para o futuro
Somos uma companhia de controle familiar com 100 anos de história e propósitos e compromissos muito claros. Investimos em negócios duradouros e estamos comprometidos com o desenvolvimento das localidades em que atuamos. Assim, nós, da Votorantim, desenvolvemos o nosso jeito de empresariar, investindo em empresas de diversos segmentos, com estratégia e visão de longo prazo, pautada pela responsabilidade, pelo respeito e pela confiança no futuro. Um futuro real, ancorado nas decisões que tomamos hoje, nos aprendizados de nossa história, na nossa cultura e também na capacidade de inovar e de nos anteciparmos aos desafios e às mudanças da sociedade. Um futuro que já acontece.  

O Blog Portal Klauhs reconhece a importância da Companhia Votorantim e parabeniza pelo trabalho realizado dentro e fora do Brasil. Nosso estiamado apreço. 
Por O Nana@

PLACAS PA: Quando Vereador Conhece seu Potêncial Ele Deixa de Ser Mais um Covarde em Câmara Municipal

"Presidente da Câmara denuncia prefeita de Placas em indícios de ilicitudes"


Gilberto Matias diz que não deve nada e envolve a prefeita Raquel em mais um possível esquema de Corrupção em Placas..

Um novo áudio onde o presidente da Câmara de Placas, Gilberto Matias do MDB, denuncia a prefeita Raquel Possimoser de pagar dívidas pessoais com o dinheiro do Poder Público, vai causando o maior rebuliço naquele município. São áudios vazados tantos da prefeita quanto dos vereadores se defendendo e ao mesmo tempo acusando a prefeita de várias ilicitudes, que podem estar previstos em crime de responsabilidade fiscal e administrativa. 

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A confusão começou quando a prefeita chamou os vereadores de sanguessugas em um áudio, depois disso foram “tiroteios” para todos os lados. 

O vereador Gilberto, presidente da Câmara, foi enfático ao afirmar em áudio, que ela não tem nada a provar conta ele, e que nunca recebeu nada diretamente da prefeita, apenas uma dívida herdada de seu Ex-marido Negão Brandão, sobre a aquisição de uma caminhonete no valor de oitenta mil reais. “O Negão me pagou quarenta mil e ela (Raquel Brandão) ficou responsável de me pagar o restante”
“Me chamou, pessoalmente, e disse que iria pagar os quarenta mil reais, mas só se eu não “Batesse” nela aqui na CâmaraComo estou sempre “batendo”, desde maio do ano passado que não recebo a dívida que está assinada em nota promissória” disse ele, no áudio, desafiando qualquer um a provar se ele tem algum tipo de acordo político com a prefeita, como quiseram insinuar. “Ela queria um acordo político comigo em troca do pagamento da minha camionete, mas eu não aceitei”

Bomba: Licitação de materiais permanentes. Total: (Seis milhões e trinta e dois mil reais). Boa parte desses valores absurdos teriam sido usados para compra de móveis da nova casa da prefeita Raquel, inclusive piscina. 

O esquema é patrocinado pela secretária de Finanças de Placas, conhecida por Keila

A prefeita Raquel Brandão, vem passando pelo seu inferno astral, como dizem os profissionais da área, nunca choveu tantas denúncias contra ela como agora e o tempo ficou totalmente nublado para ela e para seus fiéis seguidores, apoiadores da grande dama de ferro que se utiliza da arrogância e perversidade para atacar seus oponentes, assim como destratar desde o faxineiro de limpa seu chão até os secretários que deveriam estar ao seu lado administrando o município. Há quem diga, mesmo lá de dentro, de onde o filho chora e a mãe não escuta, os servidores não aguentam mais tanta falta de cordialidade com eles, que são tratados aos berros e xingamentos pela prefeita nada gentil. 

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Há também denúncias serias sobre os pagamentos dos servidores temporários. Desde 2017 os pagamentos estão sendo feitos de acordo com a própria vontade dela e em comum acordo com a sua equipe contábil.
"Vereador ameaçado de morte:Essa semana voltou a ser alvo de uma enxurrada de denuncias contra seu governo"

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Nelson ameaçado por denunciar desmandos em Placas
O vereador Nelson Fetiche do Solidariedade, adversário ferrenho dos desmandos praticados pela prefeito, anunciou em áudio que teria sido ameaçado de morte e fez ocorrência na policia.

O vereador conseguiu provar que Raquel vem pagando máquina fantasmas na cidade, inclusive um Rolo Compactador que tem um contrato de 32 mil reais por mês, e que segundo o vereador já recebeu 5 messes sem nunca ter feito nenhum tra trabalho.

O vereador denuncias outros tipos de esquerma fantasmas que gerar milhões de recursos para o esquema fraudulento da prefeita de Placas.

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Ouvido pelo Blog, o vereador reafirmou que existe realmente uma quadrilha dentro da prefeitura, e que ele fazendo um trabalho investigativo, hoje ele esteve em Itaituba, onde comprovou que uma das empresa que presta serviço para prefeitura não existe.
O Nana@ co Blog do Xarope

JACUNDÁ PA : Inquérito Para Apurar péssimas condições de Rodovia PA-150

"A Promotoria de Justiça de Jacundá instaurou inquérito cujo objetivo é promover a recuperação asfáltica da Rodovia PA-150"


A Promotoria de Justiça de Jacundá, por meio do promotor de Justiça Sávio Ramon, instaurou inquérito cujo objetivo é promover a recuperação asfáltica da Rodovia PA-150. A iniciativa da PJ de Jacundá se dá pelo péssimo estado de conservação da rodovia, tanto no sentido Jacundá-Marabá (115 km), como no sentido Jacundá-Goianésia do Pará (73 km) o que tem comprometido a segurança no trânsito dos veículos nesses trechos, onde são frequentes os acidentes.

A PJ de Jacundá informou que não há indicativo de qualquer obra de recuperação asfáltica da rodovia estadual, por parte da Secretaria de Transportes do Estado do Pará. Outra preocupação é o aumento do fluxo de caminhões na PA 150, uma vez que a rodovia é uma das principais vias de transporte e escoamento de safra do país. Além disso, também não há qualquer fiscalização quanto ao peso da carga transportada por estes veículos.

Promotor de Jacundá exige ação do Estado  
Rodovia corta Jacundá nos dois sentidos

Entre as providências já tomadas está o pedido de informações à Secretaria de Transporte do Estado do Pará sobre as providências adotadas até agora em relação à rodovia e o plano de reconstrução do trecho da Rodovia PA-150 que liga Jacundá a Marabá e Jacundá a Goianésia do Pará. Os dois trechos, somados, totalizam 188 km. A Secretaria também deverá apresentar um cronograma desse plano para fins de acompanhamento e fiscalização. 
(Fonte: Ascom MPPA)

Ponte sobre o rio Jamanxim pode ser demolida por não ter autorização, afirma especialista

"Segundo o advogado Mauro Brasil, a Prefeitura não tem competência para autorizar a obra. Ele afirma que somente o Governo do Pará pode liberar a construção."
Ponte é construída sem autorização sobre o rio Jamanxim, no Pará — Foto: Reprodução/TV Globo
Ponte é construída sem autorização sobre o rio Jamanxim, no Pará — Foto: Reprodução/TV Globo
 Após as afirmações feitas pelo prefeito de Itaituba, no sudoeste do Pará, Valmir Climaco, dizendo que a construção de uma ponte sobre o rio Jamanxim era licenciada, o G1 ouviu um advogado especialista em direito ambiental para saber quais leis foram infringidas pela prefeitura que autorizou a obra. Segundo a Marinha, a obra foi embargada após constatar que estava sendo feita sem autorização do órgão e fora dos padrões exigidos em lei. Já o Governo do Estado informou na quarta-feira (28) que não autorizou a construção da ponte. Entre as possibilidades estão multa e demolição da estrutura.

Segundo o advogado Mauro Brasil, a Prefeitura não tem competência para autorizar a obra e, portanto, a ponte está irregular. Segundo ele, a competência para isso é somente Governo do Pará, já que o rio corta vários municípios do estado. Essa análise do especialista é baseada na lei complementar número 140, de 2011. No dia 28 de fevereiro uma instrução normativa publicada no Diário Oficial da União estabeleceu as condições e os processos que precisam ser cumpridos para que o licenciamento ambiental de competência federal possa ser delegado para os órgãos estadual ou municipal de meio ambiente.

Em nota enviada ao G1, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) informou que “não foi protocolado pedido de licença para construção de ponte no trecho informado, portanto, não há autorização para construção”. A Semas disse ainda que enviará uma equipe até a área para fazer uma vistoria e tomar as medidas necessárias. A Secretaria de Estado de Transportes (Setran) informou que a ponte não faz parte dos equipamentos do Estado, pois encontra-se em uma vicinal no município de Itaituba.

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Após as afirmações feitas pelo prefeito de Itaituba, no sudoeste do Pará, Valmir Climaco, dizendo que a construção de uma ponte sobre o rio Jamanxim era licenciada, um advogado especialista em direito ambiental foi ouvido para saber quais leis foram infringidas pela prefeitura que autorizou a obra. Segundo a Marinha, a obra foi embargada após constatar que estava sendo feita sem autorização do órgão e fora dos padrões exigidos em lei. Já o Governo do Estado informou na quarta-feira (28) que não autorizou a construção da ponte. Entre as possibilidades estão multa e demolição da estrutura.

Segundo o advogado Mauro Brasil, a Prefeitura não tem competência para autorizar a obra e, portanto, a ponte está irregular. Segundo ele, a competência para isso é somente Governo do Pará, já que o rio corta vários municípios do estado. Essa análise do especialista é baseada na lei complementar número 140, de 2011. No dia 28 de fevereiro uma instrução normativa publicada no Diário Oficial da União estabeleceu as condições e os processos que precisam ser cumpridos para que o licenciamento ambiental de competência federal possa ser delegado para os órgãos estadual ou municipal de meio ambiente.

Em nota enviada ao G1, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) informou que “não foi protocolado pedido de licença para construção de ponte no trecho informado, portanto, não há autorização para construção”. A Semas disse ainda que enviará uma equipe até a área para fazer uma vistoria e tomar as medidas necessárias. A Secretaria de Estado de Transportes (Setran) informou que a ponte não faz parte dos equipamentos do Estado, pois encontra-se em uma vicinal no município de Itaituba.

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O prefeito de Itaituba, Valmir Climaco (MDB), disse que autorizou, por meio de uma licença da prefeitura, a construção da ponte sobre o rio Jamanxim, no sudoeste do Pará. Ao G1, o prefeito afirmou que a obra não está na jurisdição da reserva ambiental do Jamanxim, mas sim de uma estrada estadual. Ainda segundo Climaco, a obra ocorreu para a atender um pedido da população.

A declaração de Climaco contraria um parecer o Ministério Público Federal (MPF) sobre a ponte Segundo o prefeito, a ponte tem o licenciamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Itaituba (Semma). A estrutura deve ligar dois trechos da rodovia Transgarimpeiro que são cortados pelo rio Jamanxim, de propriedade Federal. De acordo com Climaco, o financiamento da obra é realizado por um grupo de moradores da região. A construção, avaliada em mais de R$ 2 milhões, segundo a Prefeitura, deve alcançar cerca de 339 metros quando finalizada. Atualmente, cerca de 35% da obra já foi concluída.
O NANA@ Por Andrea França, G1 PA

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

BRASIL: Enquanto isso lá em cima, Diretor-geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) Pede Demissão

"Diretor destaca falhas no Denatran e pede para sair"
Diretor destaca falhas no Denatran e pede para sair
© Agência Brasil

 Em uma carta encaminhada à secretaria de Transportes do Ministério da Infraestrutura, o diretor-geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Jerry Adriane Dias Rodrigues, pede para deixar o cargo e critica a estrutura do órgão. No documento, a que o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso, Rodrigues alega que falta estratégia e gestão.


Segundo ele, não há uma estratégia para atingir as premissas estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro e pelo Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões de Trânsito. "Tampouco estou conseguindo estabelecer essa estratégia, a fim de subsidiar o ministro e suas decisões", argumenta. "Quero deixá-lo à vontade para procurar alguém mais alinhado a sua forma de pensar e de trabalhar. Esta semana faço o meu pedido de exoneração."

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Policial rodoviário federal, Rodrigues tem como padrinho político o deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ), de quem foi assessor até assumir o Denatran, em janeiro. Na carta de três páginas endereçada ao ministério, o diretor agradece pela confiança nele depositada. "No entanto, depois de passados cerca de oito meses (...), sinto que não estou conseguindo responder à altura (...), razão pela qual estou colocando em suas mãos a função de diretor do Denatran pelas razões que seguem".

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Procurado pela jornal, Rodrigues inicialmente disse que "desconhecia essa informação". Quando a reportagem informou que teve acesso ao inteiro teor do documento, o diretor orientou que sua a assessoria de comunicação fosse procurada. Em nota, a assessoria afirmou que desconhece o documento.

Ao listar razões pelas quais deseja deixar a chefia do Denatran, Rodrigues destaca ainda que, para cumprir sua missão, a relação do Denatran com a União, os Estados e os municípios precisa estar alinhada. "Isso demanda a necessidade de que, efetivamente, haja uma visão intersetorial, integrada e estratégica do assunto, o que não me parece estar ocorrendo. Não estou conseguindo avançar."

Para o diretor do Denatran, as pessoas estão morrendo ou ficando com lesões permanentes por causa da gestão atual do trânsito. Na carta encaminhada ao ministério, ele afirma que, nos últimos dez anos, foram cerca de 400 mil mortos e um número ainda maior de pessoas ficaram dependentes do governo em razão da invalidez. "Esse assunto me motiva e me preocupa. Tenho tentado buscar condições de corrigir os erros e decisões tendenciosas do passado, mas não estou conseguindo."

No documento encaminhado a seus superiores, Rodrigues diz também que "durante muito tempo este departamento foi disputado, nem sempre para atender interesses republicanos". "Tenho uma estrutura de pessoal inadequada, insuficiente e com pouca qualificação. As demandas são superiores à capacidade de atendimento. Muitas vezes, assuntos de menor importância estão tomando tempo que deveria, em face da pouca quantidade de pessoal qualificado, ser utilizado para analisar temas relevantes. Muitas resoluções têm mais a cara dos setores interessados na regulamentação do que uma visão estratégica do Denatran."

Queixas

Desde março, o governo tem sido criticado pela forma como vem conduzindo as políticas de trânsito. O presidente chegou a cancelar um edital que determinava a instalação de 8 mil pontos de radares e cobrar a retirada das estradas de aparelhos móveis. Ainda enviou propostas ao Congresso que afrouxam pontos na CNH e a fiscalização das cadeirinhas
O Nana@ com informações do jornal O Estado de S. Paulo.

BRASIL/PA: PRESIDENTE BOLSONARO VIRÁ VISITAR O PARÁ

"Bolsonaro deve vir ao Pará para visitar áreas devastadas por incêndios"
Foto Reprodução
O presidente Jair Bolsonaro vem ao Pará até este fim de semana. O presidente decidiu visitar as áreas mais devastadas pelos incêndios na cidade de Altamira, na região sudoeste paraense.

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A decisão foi tomada após uma reunião no Ministério da Defesa nesta terça-feira (27). Altamira é a cidade mais atingida por queimadas este ano. Grande parte do desmatamento na cidade destina-se à criação de pastos para gados.

A previsão do Palácio do Planalto é que Jair visite o Pará e Rondônia (segundo Estado mais atingido pelas chamas) até a próxima sexta-feira (30).
O Nana@ com informações do DOL

BELÉM PA: DE GARY A EMPREEITEIRO MILIONÁRIO

"MPF pede prisão preventiva de “testa de ferro” do ex-prefeito Duciomar Costa"
Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça na última terça-feira (27), a prisão preventiva de um dos acusados de atuarem como empresários de fachada do esquema de corrupção liderado pelo ex-senador da República e ex-prefeito de Belém (PA), Duciomar Gomes da Costa, que desviou pelo menos R$ 400 milhões dos cofres públicos da capital paraense durante os dois mandatos como prefeito, de 2005 a 2012.

O procurador da República, Alan Rogério Mansur Silva, relatou no pedido que no último último ano, várias diligências foram feitas, em vários endereços para a citação pessoal de Célio Araújo de Souza, em um dos processos em que ele é réu.

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Célio Souza não foi localizado, e também não respondeu à citação por edital. “No caso concreto, percebe-se deliberada intenção do acusado em furtar-se da aplicação da lei penal”, ressaltou.

“Sua conduta, dessa maneira, prejudica a instrução e demonstra vontade aberta de se furtar à aplicação da lei penal”, completou Mansur. Que aformou que em pelo menos outros dois processos Célio Araújo de Souza não foi citado por não ter sido localizado.

De gari a empreiteiro milionário

Célio Souza foi contratado pela prefeitura em 2008, para trabalhar como gari, ganhando um salário mínimo. Em 2015 possuía um patrimônio de R$ 1,6 milhão, e figurava como sócio ou ex-sócio de uma das diversas empresas contratadas ilegalmente por Duciomar Costa para desviar os recursos. Foram encontradas fraudes, por exemplo, nos contratos para gerenciamento e supervisão das obras da urbanização da Bacia do Paracuri (R$ 1.470.074,67), para execução de obras de infraestrutura nas sub-bacias 3 e 4 da Estrada Nova (R$ 128.502.746,15), gerenciamento e supervisão de obras de urbanização da sub-bacia II da Estrada Nova – urbanização de favelas (R$ 1.468.150,67), prestação de serviços de comunicação, marketing e realização de eventos para a prefeitura (R$ 42.877.642,01), requalificação do complexo viário do Entroncamento (R$ 34.736.664,56), e repasses injustificados de recursos referentes às obras do BRT e do Portal da Amazônia (R$ 7.727.972,07).

As ações civis e criminais ajuizadas pelo MPF foram elaboradas com dados das investigações que resultaram nas operações Forte do Castelo 1 e 2 e Cidadela, que, do fim de 2017 até agora, desvendaram vários braços do esquema de corrupção conduzido por Duciomar Costa. O ex-prefeito, que chegou a ser preso na Operação Forte do Castelo 1, já responde a seis ações de improbidade e cinco ações criminais. Na Forte do Castelo 2, foram descobertas novas ramificações do esquema de corrupção, mostrando fraudes e corrupção em grandes obras públicas conduzidas pela prefeitura na época: o Portal da Amazônia, a Macrodrenagem da Estrada Nova e o BRT Belém. As três obras permanecem inconclusas, passados sete anos do fim do último mandato de Duciomar Costa. Já a Operação Cidadela, ocorrida no último dia 6, foi realizada para a busca e apreensão de documentos e informações da Salute Medicamentos, que, segundo as investigações, pode ser mais uma das empresas de fachada de Duciomar Costa para desviar recursos.
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Pelas fraudes detectadas nas investigações que levaram às operações Forte do Castelo 1 e 2, o MPF já obteve na Justiça Federal decisões que determinaram o bloqueio de cerca de R$ 65 milhões em dinheiro de Duciomar e das empresas relacionadas ao grupo, e também o bloqueio de terrenos e apartamentos em Belém, Marituba, São Paulo e Goiás, além da fazenda de Duciomar Costa localizada no município de Nova Timboteua. A Justiça Federal já leiloou 13 salas comerciais localizadas em Belém. O valor obtido no leilão está depositado em conta judicial. Antes das operações Forte do Castelo 1 e 2, Duciomar já respondia a processos criminais, ações civis públicas e ações de improbidade por problemas na aplicação de recursos da saúde e de diversos convênios federais. No total, ele é réu em 20 processos, só na Justiça Federal.

Processo nº 0019189-06.2018.4.01.3900 – 3ª Vara da Justiça Federal em Belém (PA)
O Nana@ com informações DOLe do MPF

PARÁ: MADEREIROS SÃO UMA DAS GRANDES AMEAÇAS A PRESERVAÇÃO NO ESTADO

"Repórter relata ameaças de madeireiros após questionar incêndios no oeste do Pará"
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A repórter do HuffPost Brasil, Débora Álvares, relatou que foi cercada e ameaçada por madeireiros após questionar uma área onde, supostamente, estaria com muita fumaça e um forte cheiro de queimado com base em denúncias de moradores.

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Segundo a reportagem publicada nesta segunda-feira (26), Débora estava no município de Uruará (oeste paraense) no último domingo (25) e constatou uma fumaça vindo de três lotes, cada um com cerca de 5 mil m². “Saí do carro para tirar as fotos e, enquanto fazia os retratos dos restos de terra queimados, quatro madeireiros surgiram repentinamente. Um deles estava em uma moto”, relata.

A jornalista narra que os homens pareciam irritados e, ao explicar que procurava focos de incêndio, teria sido respondida com um uníssono “não tem fogo nessa região” e que o clima teria ficado mais tenso ao se apresentar como repórter. “Eles se queixaram que ‘jornalistas só falam coisas ruins e erradas na TV’”, sendo, então, ameaçada a sair de lá.

Débora diz ainda que conversou com um funcionário de um posto de gasolina em um trecho urbano de Uruará, que afirmou que uma fumaça “forte e escura” poderia ser avistada de onde ele trabalhava e que essa queima era mais comum do que se imaginava. “Os madeireiros estão limpando o terreno”, afirmou.

NOVA AMEAÇA – Em outro momento da reportagem, a jornalista afirma que foi novamente ameaçada, mas por um proprietário de um terreno às margens da rodovia BR-230, a Trans-Amazônica, próximo ao distrito de Medicilândia. “Ao me deparar com fogo, também encostei o carro para fotografar. Um homem saiu da casa, do alto do terreno, gesticulando que eu não poderia fazer as fotos. Achei mais prudentes não tentar entrevistá-lo”, concluiu. 
O Nana@ com informações Por DOL e HuffPost Brasil

terça-feira, 27 de agosto de 2019

CAMETÁ PA: Mais Uma Cidade Paraense Investe na econômia Local e Desponta Socioeconomicamente

"Goma do buritizeiro desponta como grande potencial socioeconômico no Pará"
Goma do buritizeiro desponta como grande potencial socioeconômico no Pará - Crédito: Nailana Thiely/ Ascom Uepa

Depois de uma série de estudos da Universidade do Estado do Pará (Uepa), em Cametá, pesquisadores concluíram que a goma extraída do buritizeiro é uma alternativa viável ao uso de gomas industrializadas. A matéria-prima não agride o meio ambiente e pode ser utilizada na confeção de produtos industrializados, trazendo inúmeros benefícios econômicos e sociais à cadeia produtiva.

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Gomas de plantas e animais são utilizadas no mercado como aditivo alimentar há tempos. “Se olharmos os dados da composição de alguns produtos básicos que estão nas prateleiras de supermercados e farmácias perceberemos que há a presença de gomas ou exsudatos beneficiados industrialmente na produção dessas mercadorias. Entretanto, eles são importados de outros países como, por exemplo, a goma arábica que vem do Sudão”, aponta o líder do Grupo de Pesquisa da UEPA, professor Diego Aires.

O pesquisador e a bolsista Ingred Viana são os autores da pesquisa: 'Investigação das propriedades emulsificantes da goma de buriziteiro', que analisa o princípio ativo, a estrutura da planta que produz a goma e os principais dados para mensurar o quanto seria possível produzir por ano com o que é extraído do buritizeiro. A dupla realiza análises comparativas entre a goma do buritizeiro e a goma arábica, e investiga as propriedades funcionais para caracterizar a estabilidade da emulsão, a fim de que possa ser usada no mercado.

A pesquisa também demonstra que as cadeias polissacarídicas da goma arábica têm mais facilidade para romper-se que as cadeias da goma do buritizeiro. Dessa forma, possuem maior quantidade de frações hidrofílicas superiores capazes de fazer ponte de hidrogênio com a água. Isso significa, portanto, que a goma utilizada como objeto de estudo da pesquisa apresenta maior capacidade de absorção de óleo.

“Os dados alcançados ajudam a entender e direcionar aplicações para a goma do buritizeiro, porém o conhecimento da estrutura molecular e estabilidade térmica são importantes para melhor fundamentar e nortear o uso tecnológico de hidrocolóides que este trabalho propõe identificar”, completa o professor Diego.

O uso intensivo de hidrocolóides, comumente chamados de gomas, pelo mercado faz do buriti um insumo em potencial, integrante da identidade ecológica da região amazônica e que pode ser estudado e aplicado no lugar de outros componentes que precisam ser importados para serem utilizados. "Como bem sabemos, o Estado do Pará é rico em matéria-prima e possui uma grande diversidade de insumos que ainda não foram explorados", aponta Ingred. 

As informações obtidas na pesquisa sobre o buritizeiro estão sendo expandidas para uma patente, que está em andamento, sobre o uso da goma para o beneficiamento industrial.
Além do buriti, de acordo com o professor Diego Aires, há outras palmeiras da região amazônica que podem ser utilizadas em pesquisas científicas ou em processos de produção de produtos industrializados.

De acordo com dados do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), na Amazônia existem mais de 227 espécies de palmeiras que, consequentemente, podem ser utilizadas como insumos e assim gerar renda para as áreas rurais do território paraense.

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Sobre o Buriti 

O buriti ou miriti (Mauritia flexuosa) é uma planta de ampla distribuição no território nacional. Pode alcançar até 30 metros de altura e ter um caule com espessura de até 50 centímetros de diâmetro.

A espécie habita terrenos alagáveis e brejos de várias formações, sendo encontrada com muita frequência nas veredas, importante fitofisionomia do Cerrado. O buriti floresce quase o ano inteiro, mas principalmente nos meses de abril a agosto.

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A produção de frutos é intensa. Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) são produzidos cinco a sete cachos por ano, cada um destes com 400 a 500 frutos.
Existem buritis machos e fêmeas. Os primeiros produzem cachos que apenas resultam em flores. Já no caso das fêmeas, as flores se transformam em frutos. Ainda assim, é preciso aguardar aproximadamente um ano para que os frutos estejam maduros e aptos para a colheita, o que ocorre entre os meses de dezembro e fevereiro. 
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A casca dura do buriti é uma proteção natural contra predadores e contra a entrada de água. A polpa do fruto é saborosa e possui coloração alaranjada, sendo acompanhada, em geral, de um caroço, que é a semente da espécie.

Em alguns casos, no entanto, podem ser encontrados dois caroços ou nenhum. A colheita do fruto é trabalhosa, requerendo que os frutos maduros sejam colhidos do chão, após terem caído naturalmente. Alguns coletores cortam os cachos no pé do buriti, assim que os frutos amadurecem e começam a cair. 
O NANA@ Com informações da Uepa e do Instituto Sociedade, População e Natureza - ISPN.

UA CLAUHS

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Warley Alberto Clauhs Formação: Graduado em Letras . Pós Graduado em Arte em Educação. Graduação em Pedagogia. Graduando em Artes. Preparado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Teatrais -SP. Poeta, Ator, Radialista e blogueiro.