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sexta-feira, 28 de julho de 2017

PREFEITURA DE REDENÇÃO PA entrega EPI’s ao DMTE

"O vice-prefeito Marcelo Borges, o secretário de educação professor Vanderli Moreira e servidores do DMTE estiveram reunidos para a entrega dos equipamentos de proteção individual - EPI para cada servidor do departamento"

O secretário de educação professor Vanderli Moreira falou da satisfação em entregar os kits de segurança aos servidores.

Ezequias Moraes que há muito tempo trabalha na prefeitura, disse que nunca tinha recebido um kit de segurança e fala da sua satisfação e da importância em receber o material.

O vice-prefeito Marcelo Borges frisou que com esses EPI’s os funcionários do DMTE irão exercer sua função com dignidade e principalmente segurança. (Assessoria de Comunicação).
O Blog RPNEWS1 parabeniza a ação.
Fonte: Ass. Comun. Pref. Redenção PA

Prefeito e Secretário armam “manobra” para enganar professores

"Governo de David Xavier é chamado pelo Sintepp, de manipulador e aniquilador"
A revolta é geral dos professores contra o prefeito David Xavier de Moraes, vice-prefeito Wadilson Ferreira e secretário de educação Edmundo Pingarilho. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Pará (SINTEPP), do município de Prainha, os três armaram uma “manobra” para realizar um Encontro Pedagógico somente com os professores temporários, sem a presença dos professores concursados, para tratar sobre a educação no Município. O SINTEPP chama esse ato de uma afronta à classe dos profissionais da educação.

Segundo o coordenador do SINTEPP do município de Prainha, Irivaldo Lima da Rocha, o governo de David Xavier é manipulador, aniquilador de direitos e afrontador de princípios, ao fazer um encontro em pleno período de férias, somente com os professores temporários. Uma forma de colocar essas pessoas no quadro do SINTEPP. O Prefeito, vice-Prefeito e Secretário de Educação suspenderam, através de ofício, o direito historicamente adquirido de “Licença Especial” dos professores.

Por tais medidas, o Sindicato emitiu uma Moção de Repúdio contra o prefeito David Xavier, vice Wadilson Ferreira e secretário Edmundo Pingarilho, mostrando sua insatisfação e indignação com essa atitude, que fere o princípio da dignidade humana, princípio da proteção do direito coletivo, princípio à liberdade da organização sindical, princípio da liberdade de expressão e outros.

“O prefeito de Prainha, em ato de desespero ataca Justiça, Ministério Público e o Sintepp; bem como ameaça o coordenador geral e planta a discórdia no Município. O papel de um gestor é levar a paz, tranquilidade, perseverança e harmonia entre seus munícipes, mas no governo de David Xavier é diferente. É clara a intenção dele, levar a violência”, disse um professor.

O discurso do Prefeito de Prainha foi bastante criticado, no encerramento da Semana Pedagógica, em plenas férias, custeada com recurso público FUNDEB aonde somente os escolhidos participaram, sobre a Liminar que aumenta para 200 horas a carga horária dos professores efetivos até aonde for necessária os serviços da docência, sendo que o prazo para cumprimento está esgotando e a gestão está jogando pedra no Sintepp e na Justiça. É clara a intenção do prefeito David Xavier em plantar a discórdia entre os servidores efetivos e temporários da Educação.

No dia 03 de agosto terá novamente outra audiência para tratar do mesmo assunto. Mas a Liminar continua valendo e dia 10 de agosto será o seu cumprimento.

FUNCIONÁRIOS FANTASMAS: Em junho deste ano, o Jornal O Impacto já havia publicado uma reportagem sobre funcionários “fantasmas” que estavam recebendo da Prefeitura sem trabalhar. Na ocasião, uma denúncia do SINTEPP revelou a descoberta de pessoas que estavam recebendo salários da Prefeitura sem trabalhar. Em dois desses casos, uma pessoa mora em Manaus há mais de dois anos e outra pessoa que mora em Brasília há mais de 4 anos.

Em nota encaminhada à nossa redação, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), coordenação da subsede de Prainha, através de seus representantes, denunciou essas irregularidades na gestão dos recursos do FUNDEB, relacionada à administração do prefeito David Xavier de Moraes.

Em análise nas folhas de pagamentos de janeiro, fevereiro, março e abril deste ano, o Sindicato detectou servidores “fantasmas” no município de Prainha, que recebem sem trabalhar, do recurso do FUNDEB. Entre os detectados podemos citar, Izonedia Santos das Neves, que mora na cidade de Manaus (AM) há mais de 2 anos, mas está cadastrada na função de Serviços Gerais, na secretaria Municipal de Educação, com salário de R$ 1.024,29 e seu nome constava na Folha de Pagamento dos meses de janeiro, fevereiro, março e abril.  Outro “fantasma” é Naiykon Sulivan Nunes Cardoso, que mora em Brasília há mais de 4 anos, mas está cadastrado na função de Agente Administrativo, da Secretaria de Educação, com salário de R$ 993,22 e também constava na Folha de Pagamento nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril. Nossa reportagem não tem informação se essas pessoas ainda continuam recebendo sem trabalhar. Veja a Moção de Repúdio, na íntegra:

MOÇÃO DE REPÚDIO: O SINTEPP, subsede de Prainha, através desse ato, vem demonstrar sua insatisfação (REPÚDIO), quanto a fatos inescrupulosos feitos pela atual administração do atual Prefeito, vice-Prefeito e  Secretário de educação do Município de Prainha.

Já é sabido de toda população PRAINHENSE que este é um governo manipulador, aniquilador de direitos, e afrontador de princípios como: princípio da dignidade humana, princípio da proteção do direito coletivo, princípio à liberdade da organização sindical, princípio da liberdade de expressão e outros.

Esta entidade de classe SINTEPP sente-se no direito de emitir tal nota, para que todos saibam que a entidade não está e nem vai compactuar com abusos que venham ferir os direitos dos trabalhadores em educação deste Município.

Os fatos que consideramos e que afrontam os trabalhadores em educação são:

1- Encontro Pedagógico em plena férias dos professores docentes efetivos, direcionado somente a uma parcela dos professores “os temporários”, leia-se apadrinhados políticos;

2- Suspensão, através de ofício, de direito historicamente adquirido “Licença Especial”, justificativa, da administração, falta de recurso;

3- Filiação forçada dos servidores temporários ao SINTEPP, ferindo de forma vergonhosa o artigo 8 da Constituição Federal de 1988. Com a tentativa inescrupulosa de interferência na livre organização sindical, e posterior tentativa no resultado de aparelhamento do Sindicato ao governo, com sua tropa de choque;

4- Esse encontro pedagógico de exclusão, no período de 17 a 21 de julho, é a assinatura da administração, Secretaria de Educação, reconhecendo sua incapacidade quanto gestão, e uma tentativa de legitimar a permanência dos temporários na Folha de Pagamento no mês de julho, demonstrando uma deliberada manobra de não pretender cumprir a Liminar deferida a favor dos efetivos. Afrontando assim a capacidades de um número significativo de professores qualificados que se habilitaram ao cargo através de concurso público, conforme determina a Constituição Federal;

5- Por quê somente os professores temporários estão participando, uma vez que as despesas estão sendo custeadas com o recurso público (FUNDEB)?;

6- Se a administração se pronuncia em dizer que não há recurso para conceder as licenças especiais dos servidores efetivos, então, é evidente que não há recursos em manter um número expressivo de servidores temporários no mês de julho, mês de férias coletivas, assim como não dá condições da realização de um evento educacional que atenda somente uma parcela de profissionais, para conduzir os interesses da administração. Em tese, teve todo o primeiro semestre do ano de 2017 para executar a filiação dos interessados como sócios do Sindicato, no entanto, o número crescente, à proximidade do pleito eleitoral da entidade, identifica claramente a interferência do governo nesta instituição sindical, o que é proibido por lei. Visto não ser um interesse do Sindicato ou mesmo do funcionário interessado, mas enfatiza um forçamento da gestão aos seus subordinados;

É fato que não somos e jamais seremos, contra em hipótese alguma da participação dos temporários em encontros pedagógicos, mas sim contrários a certos atos discriminatórios em se realizar um encontro pedagógico direcionado aos servidores temporários. Nessa proposta a atual gestão fere a dignidade daqueles que sempre lutaram na condução de uma educação de qualidade no Município nos moldes de respeitabilidade dos princípios socios-educacionais, acreditamos que como entidade representativa e deliberativa destes direitos não podemos deixar que os fatos afrontosos, caluniosos e demagógicos se tornem uma constante e se perpetuem especialmente no que diz despeito a processo educativo e na vida dos profissionais efetivos da Educação deste Município.

A Moção de Repúdio é assinada por Irivaldo Lima da Rocha, Coordenador do SINTEPP de Prainha.

Fonte: RG 15/O Impacto

Aposentados recebem em agosto a 1ª parcela do 13º

"A segunda parcela será paga em novembro"


Aposentados e pensionistas devem receber em agosto a primeira parcela do 13º salário. O decreto do governo federal que estabelece a data foi publicado no "Diário Oficial da União" desta sexta-feira (28).

Como explica o G1, a parcela de agosto será correspondente a até 50% do valor do benefício do mês e será paga junto com os benefícios da folha mensal. Já a segunda parcela será paga em novembro.

O pagamento da primeira parcela começará a ser depositado seguindo o calendário de pagamentos dos benefícios previdenciários do mês de agosto, para os segurados que recebem até um salário mínimo e possuem cartão com final 1, desconsiderando-se o dígito. Quem ganha acima do mínimo começa a receber a partir de setembro.

Os cidadãos que têm direito ao 13º são aqules qe, durante o ano, receberam benefício previdenciário como aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou salário-maternidade.

Já para quem recebe auxílio-doença e salário-maternidade, o valor do 13º vai ser proporcional ao período recebido.

Aqueles que recebem benefícios assistenciais (Benefício de Prestação Continuada da Lei Orgânica da Assistência Social – BPC/LOAS e Renda Mensal Vitalícia – RMV) não têm direito ao abono anual.
Fonte: N ao M

Temer autoriza envio das Forças Armadas ao Rio de Janeiro

"Decreto prevê permanência das tropas no estado até o fim do ano"

O presidente Michel Temer assinou nesta sexta-feira (28) o decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que autoriza o envio das Forças Armadas para atuar na segurança pública no Rio de Janeiro.

O fim do prazo de permanência das tropas federais foi fixado em 31 de dezembro de 2017, e os soldados podem ser enviados ao estado a qualquer momento. Durante a semana, o ministro da Defesa Raul Jungmann havia dito que os detalhes da operação seriam mantidos em "sigilo" para causar um "efeito surpresa".

As intervenções de GLO foram instituídas por ocasião da Copa do Mundo de 2014 e preveem ações "esporádicas", em áreas "restritas" e por tempo "limitado". Elas são convocadas por ordem do presidente da República, quando há o "esgotamento das forças tradicionais de segurança pública".

Recentemente, Temer chegou a assinar um decreto autorizando o uso das Forças Armadas para proteger prédios públicos em Brasília, após confusões em manifestações contra o governo, mas acabou voltando atrás.

A decisão de convocar o Exército para atuar como Polícia no Rio de Janeiro foi tomada por conta da caótica situação da segurança pública no estado. Desde o início do ano, mais de 90 policiais foram assassinados em solo fluminense, e também são frequentes os casos de tiroteios e balas perdidas. (ANSA)

Fonte: N ao M

Polícia prende líder de igreja evangélica suspeito de estuprar menina

"A detenção aconteceu em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro"


A polícia prendeu nesta sexta-feira (28) um líder de uma igreja presbiteriana, suspeito de estuprar uma menina durante cinco anos. A detenção aconteceu em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com a polícia, a vítima, que recebia do suspeito balas, sorvetes e dinheiro, começou a sofrer os abusos quando tinha 8 anos - hoje ela tem 13. Em troca, o homem exigia que ela continuasse a ter relações sexuais.

Segundo informações do Dia, o suspeito, de 57 anos, era conhecido da família da vítima.
Fonte: N ao M

Produção de Benzetacil é suspensa temporariamente

Eurofarma informou, em nota, que a interrupção ocorreu para "implantação de melhorias"


A produção do medicamento Benzetacil, antibiótico usado para tratar sífilis e outras infecções causadas por germes, foi suspensa temporariamente no País.

Responsável pela fabricação do produto, a Eurofarma informou, em nota, que a interrupção ocorreu para "implantação de melhorias", sem dar detalhes.

"Estamos empenhados em restabelecer a produção o mais rápido possível e envidando nossos melhores esforços para a retomada do abastecimento de Benzetacil", disse a empresa farmacêutica.

Segundo a Eurofarma, as unidades remanescentes do produto poderão ser consumidas normalmente até a data de validade informada na embalagem.

"Cabe ainda ressaltar que outros medicamentos disponíveis no mercado podem ser utilizados como alternativa terapêutica", afirmou a Eurofarma.

Procurada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda não se pronunciou sobre a suspensão da fabricação do Benzetacil.

Benzetacil

O Benzetacil é um medicamento composto por penicilina benzatina usado no tratamento de infecções provocadas por microrganismos sensíveis à penicilina G. O produto é aplicado na pele por meio de uma injeção.
Fonte: N ao M

Celso Amorim: 'Toma lá, dá cá' em Brasília é 'quase sexo explícito'

"Ex-chanceler e ex-ministro da Defesa diz que mudar sistema eleitoral é essencial para coibir a troca de favores entre Planalto e Congresso"

O ex-ministro das Relações Exteriores e da Defesa Celso Amorim diz que uma reforma política precisa estar na plataforma do próximo presidente do Brasil e que mudar o sistema eleitoral é essencial para coibir a troca de favores entre Planalto e Congresso em Brasília, realizada sem cerimônia, "na frente de todo mundo".

"Nunca vi uma coisa assim tão escancarada. É quase sexo explícito", diz em entrevista à BBC Brasil, em seu apartamento com vista para a Praia de Copacabana, na zona sul do Rio.

Como lembrou a reportagem da BBC Brasil, o Chanceler mais longevo da história brasileira, durante todo o governo Lula e em parte do governo de Itamar Franco, Amorim faz duras críticas à política externa do governo Temer e do atual ministro Aloysio Nunes (PSDB). Após os anos de aumento da influência global no governo Lula, Amorim diz que o Brasil saiu de cena e está "cumprindo tabela".

"Nos melhores momentos, (a política externa) é passiva. Nos piores, é desastrada", afirma, considerando um erro a postura adotada em relação à Venezuela. Para Amorim, ao fazer uma crítica "tão frontal" ao governo de Nicolás Maduro, o governo brasileiro perdeu a possibilidade de diálogo, interlocução ou intermediação de conflitos.

Apesar dos cinco processos enfrentados pelo ex-presidente Lula, Amorim considera que "não pode haver um cenário presidencial" sem o petista em 2018. Para o chanceler, ele próprio filiado ao PT, Lula seria a única pessoa com capacidade para derrotar "as ameaças de direita e de extrema-direita". Ele considera as acusações contra o ex-presidente "ridículas" e "descabidas".

"Tenho certeza que nenhuma dessas acusações se sustentará. Acho que as pessoas percebem que as acusações são infundadas", considera. "Acho que o povo não vai cair nessa, e que o Lula tem muita chance de ser eleito."

Sobre o ex-presidente Fernando Henrique, Amorim fez questão que pontuar a importância dele numa possível reforma política. "Ele não é como a maioria de políticos da centro-direita brasileira. Ele tem influência e pode ajudar a fazer uma reforma política que dê legitimidade ao poder no Brasil" disse.

E seguiu "Senão, fica impossível. Com o Congresso sendo eleito da maneira como é eleito hoje, qualquer governante vai ser obrigado a entrar em negociação".

"Não estou falando de negociar politicamente. Isso é normal. Em qualquer país do mundo, você faz concessões para fazer uma coalizão. Não é isso. O problema é você ter que negociar favores, verba. Como você está vendo agora. Nunca vi uma coisa assim tão escancarada. É quase sexo explícito.", finalizou.
Fonte: N ao M

Sistema de Segurança do Estado intensifica investigações em Tucuruí


Por volta do meio dia desta quarta-feira, 26, o titular da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), Jeannot Jansen, o comandante da Polícia Militar, coronel Hilton Benigno e o delegado geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino, chegaram em Tucuruí para acompanhar os trabalhos iniciais de investigação do assassinato do prefeito Jones William da Silva Galvão (PMDB), de 42 anos, ocorrido na tarde dessa terça-feira, 25.

No 13º Batalhão de Polícia Militar, localizado no bairro Santa Mônica, o general Jansen reuniu com a classe política de Tucuruí e da região sudeste, além dos deputados Iran Lima (PMDB), Soldado Tércio (PROS), Lélio Costa (PC do B) e Dirceu Ten Caten (PT). Na ocasião, o titular da Segup adiantou a prefeitos de cidades próximas como Pacajá, Novo Repartimento, Goianésia do Pará e Breu Branco, além de representantes da administração municipal, todo o esforço empreendido pelo sistema de segurança para desvendar a autoria do homicídio do prefeito de Tucuruí.

Uma nova reunião, entre representantes da Segup e das prefeituras que estiveram na reunião de hoje, já foi agendada para a próxima quarta-feira, 2 de agosto.  

Ainda no batalhão da PM, foi promovida uma coletiva à imprensa. Além do secretário Jeannot, participaram o comandante da PM, coronel Hilton Benigno e o delegado geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino.

“De imediato, ainda na tarde de ontem (terça), reunimos nossos comandantes e gestores do Sistema no sentido de agilizar as diligências em Tucuruí. Estamos aqui na cidade para acompanhar, de perto, o trabalho inicial da Polícia Civil, assim como da Polícia Militar. Vamos nos empenhar, assim como fizemos no caso de Goianésia e Breu Branco”, disse o secretário Jeannot Jansen na abertura da coletiva de imprensa, realizada na sede do 13º Batalhão da PM.

Rilmar Firmino garantiu que, “apesar de complexa, a investigação vai chegar aos culpados pelo ‘crime de encomenda’. Assim foi em Goianésia, assim será em Breu Branco e Tucuruí”. O delegado informou que o prefeito foi morto com oito disparos de pistola (ponto 40); cinco acertaram a cabeça do gestor municipal. “É um crime de difícil elucidação, mas vamos chegar aos responsáveis. É um crime contra o Estado. Já estão sendo recolhidas câmeras de circuitos internos de residências, estabelecimentos comerciais, e sendo produzido o retrato-falado dos suspeitos. Policiais da Divisão de Homicídios já estão ouvindo várias testemunhas, dentre elas os operários que estavam no momento do homicídio”, informou Rilmar.

“Além de Tucuruí, as cidade de Novo Repartimento, Goianésia e Pacajá estarão recebendo reforço do Comando de Missões Especiais da Polícia Militar. Estaremos com esta ação o tempo que for necessário para a tranquilidade da população”, afirmou o coronel Hilton Benigno.

Antes de reunir com as forças de segurança, o secretário Jeannot Jansen esteve no ginásio municipal, local do velório do corpo do prefeito Jones Galvão, quando prestou condolências aos familiares.
Fonte:http://agenciapara.com.br

Polícia Civil prende acusado de assassinar o prefeito Diego Kolling em Breu Branco


A Polícia Civil prendeu na manhã desta sexta-feira, 28, um homem acusado de ser o executor do prefeito de Breu Branco, Diego Kolling, conhecido como "Diego do Alemão". A Polícia Civil ainda não revelou o nome do acusado. O homicídio ocorreu em 16 de maio deste ano. O gestor foi assassinado no momento em que pedalava em um trecho da rodovia PA 263 - que liga os municípios de Tucuruí e Goianésia do Pará.


A prisão do autor dos disparos, que resultaram na morte do prefeito Diego do Alemão, foi repassada pelo próprio delegado geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino. Ele coordena a operação de cumprimentos de mandados de prisão, buscas e apreensão e condução coercitiva.

Ao todo, 40 policiais, entre civis e militares, participam das ações tanto área urbana quanto na zona rural de Breu Branco. A previsão é que os presos sejam encaminhados à cidade vizinha de Tucuruí ainda durante a manhã de hoje, quando o delegado-geral irá prestar informações para a imprensa, na sede da Superintendência da Polícia Civil.

Ao longo da manhã, a Polícia Civil deve divulgar detalhes da operação, assim como o resultado final da operação iniciada ainda na madrugada.
Fonte: .policiacivil.pa.gov.br

quarta-feira, 26 de julho de 2017

A dura diferença entre condenados da Lava Jato e presos comuns

"Enquanto as mulheres com filhos pequenos lutam para obter a prisão domiciliar, direito previsto por lei, presos da Lava Jato gozam desse benefício sem amparo da legislação penal"


Andrea Dip | Agência Pública - A pequena casa de dois cômodos onde moram Vitória*, seu bebê e sua mãe, Laura, no Jardim Guarani, na periferia da zona norte de São Paulo, em nada se parece com as mansões luxuosas onde vivem em prisão domiciliar alguns réus delatores da operação Lava Jato – uma até com vista para o mar. Em contraste com as áreas verdes, piscinas e academias, como mostrou em abril deste ano uma reportagem do Fantástico sobre os presos domiciliares da Lava Jato, Vitória nos recebe para um café em uma pequena cozinha que também faz as vezes de sala. Ao fundo, o quarto com um beliche onde os três dormem e guardam seus pertences frequentemente é inundado pela água que transborda do banheiro, conta Vitória enquanto amamenta o filho. É algo a mais para resolver na lista da família, que tenta sem sucesso uma vaga para Lucas na creche do bairro e tem como renda apenas o dinheiro que dona Laura ganha trabalhando com limpeza em três empregos diferentes.

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Na Venezuela, a mãe de Vitória era professora primária, mas sem fluência no português tudo aqui é mais difícil. Quando soube da prisão da filha grávida, dona Laura deixou a família e veio correndo ao auxílio dos dois. Não descansou até conseguir alugar essa casa e por a documentação da filha em ordem para, junto ao Instituto Terra, Trabalho e Cidadania (ITTC), que trabalha com mulheres estrangeiras presas, tentar o habeas corpus para a prisão domiciliar. Vitória foi presa com cocaína no aeroporto de Guarulhos e levada para a Penitenciária Feminina da Capital (PFC), onde descobriu a gravidez e permaneceu por pouco mais de um ano, até que seu filho completasse 6 meses. Apesar da vida difícil, ela se sente aliviada por ter deixado o presídio e se sente “privilegiada” entre as tantas mães que conheceu no cárcere que continuam sem previsão de mudança de rumo. “Quando saí, deixei tudo que tinha para as mães com os bebês de lá. Porque é muito difícil, tem gente que não tem família, não tem nada. Eu mesma lavava roupa para outras mulheres para conseguir maços de cigarro que trocava por sabonete e fraldas para o Lucas até minha mãe chegar”, lembra.

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A venezuelana Vitória deixou o presídio quando o filho, a quem deu à luz no cárcere, tinha seis meses (Foto: Andrea Dip/Agência Pública)
Na verdade, Vitória poderia ter saído mais cedo e evitado as três quedas que teve, já em trabalho de parto, no banheiro da penitenciária, ou o tempo que o filho passou na incubadora por causa de sofrimento fetal decorrente da demora para ser levada ao hospital. O artigo 318 do Código de Processo Penal determina que o juiz pode substituir a prisão preventiva pela domiciliar quando, entre outras razões, o agente for “gestante”, “imprescindível aos cuidados especiais de pessoa menor de 6 (seis) anos de idade ou com deficiência” e, a partir de 2016, com o Marco Legal da Primeira Infância, a Lei 13.257, “mulher com filho de até 12 (doze) anos de idade incompletos”. O Brasil é signatário da Convenção de Bangcoc que determina, entre outras condições para a mulher mãe encarcerada, que ela possa responder ao processo em liberdade. Mas essa não é nem de longe a regra, como aponta a pesquisa “Quando a casa é a prisão: uma análise de decisões de prisão domiciliar de grávidas e mães após a Lei 12.403/2011”, de Ana Gabriela Braga e Naila Ingrid Chaves Franklin. Elas analisaram sentenças em casos de pedidos de prisão domiciliar de 2011 a 2013, enfocando mulheres pobres, negras e jovens, com base nos dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A conclusão do trabalho é que as prisões domiciliares são concedidas às mães por múltiplos fatores, mas que “a discriminação negativa incide sobre o gênero feminino, fazendo com que as figuras de ‘mãe’ e ‘criminosa’ sejam socialmente irreconciliáveis”.

“A prisão domiciliar é um gênero que comporta duas espécies. Uma está prevista no Código de Processo Penal como medida cautelar, quando a pessoa ainda não foi julgada. De outro lado, você tem a prisão domiciliar no âmbito da Lei de Execução Penal, prisão pena. Uma serve para garantir o regular curso do processo, a ordem pública e aquelas condições para a prisão preventiva. E a prisão domiciliar no âmbito da execução penal, quando a pessoa já foi condenada, é um modo de cumprimento da pena”, explica o advogado criminalista Lucas Sada. “Os requisitos são mais ou menos parecidos nos dois casos: para pessoas maiores de 80 anos, pessoas muito debilitadas por doença grave, pessoas imprescindíveis ao cuidado de menores de 6 anos ou com deficiência e gestantes, e uma regra nova que é para mulher com filhos com até 12 anos e para o homem caso seja o único responsável pelo cuidado desse filho. O que está na LEP [Lei de Execuções Penais] fala em condenados maiores de 70 anos com doença grave, com filho menor ou deficiente físico, mental ou gestantes”, acrescenta.

Ainda assim a prisão domiciliar, que tem sido aplicada frequentemente aos delatores da Lava Jato, encontra forte resistência do Judiciário quando os réus são “pessoas comuns”. Segundo Patrick Cacicedo, defensor público do Núcleo Especializado de Situação Carcerária, de 70% a 80% das mulheres em prisão preventiva hoje em São Paulo deveriam estar em casa: “É muito difícil conseguir. Os juízes arrumam subterfúgios interpretativos para manter a prisão, e a grande maioria das mulheres está presa por tráfico de drogas, um tráfico muito pequeno, sem violência e sem armas. Nos casos de cumprimento de pena, então, como os aplicados na Lava Jato, eu pessoalmente não me lembro de ver um caso em São Paulo”.

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A casa onde Vitória vive com a mãe e o filho, na periferia da zona norte de São Paulo (Foto: Andrea Dip/Agência Pública)
A Pública entrou em contato com o Ministério da Justiça, com o Depen, com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e com cada estado do país para obter – inclusive mediante a Lei de Acesso à Informação – o número atualizado de pessoas em prisão domiciliar como medida cautelar e como pena, mas novamente deparou com a falta de dados sobre o sistema prisional brasileiro. De todos os estados, apenas o Distrito Federal, Santa Catarina e o Rio Grande do Sul responderam, e os órgãos federais informaram que não há esse número consolidado. O dado mais atualizado do CNJ é de 2014, quando havia no país uma população carcerária de 711.463 pessoas, 147.937 mil em prisão domiciliar, pouco mais de 20%. Não há na pesquisa recorte de gênero ou dados sobre se essas pessoas estão aguardando o julgamento ou cumprindo pena. É importante lembrar que já na época, com esse número total, o Brasil ocupava o terceiro lugar no ranking mundial de países com a maior população carcerária e que o percentual de presos provisórios (ainda não julgados) nas prisões era de mais de 40% e o déficit de vagas, 206.307.

Privilegiados

Na planilha de processos da Lava Jato atualizada em 4 de julho, fornecida à Pública pela assessoria de imprensa da Justiça Federal do Paraná, constam apenas sete pessoas em prisão domiciliar, 17 com tornozeleira eletrônica e duas com tornozeleira em prisão domiciliar (veja box com os nomes no fim da reportagem). Mas esses também são números confusos já que os processos gerados pela operação se desdobraram em centenas de outros, que mudam a cada minuto.

O empresário Eike Batista, por exemplo, que aguarda julgamento em prisão domiciliar desde abril deste ano, não consta dessa lista porque é investigado da operação Eficiência, um desdobramento da Calicute, braço da Lava Jato que investiga crimes de lavagem de dinheiro e prendeu também o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral.

Além disso, a prisão domiciliar e o uso de tornozeleira eletrônica são medidas diferentes, como explica Sada: “No Código de Processo Penal, existe uma lista de medidas cautelares não prisionais, que o juiz pode tomar durante a investigação, que tem como objetivo resguardar o processo de influências externas que prejudiquem seu curso normal. Uma delas é monitoramento eletrônico.

A pessoa que responde ao processo pode ser apenas monitorada eletronicamente para se saber aonde ela vai, para garantir que não se aproxime de alguém ou de algum lugar. Ela pode ser aplicada isoladamente. Ou pode ser combinada com outra medida, como, por exemplo, a prisão domiciliar. Mas a prisão domiciliar é outra medida. O fato de o sujeito estar com tornozeleira não quer dizer necessariamente que ele está em prisão domiciliar, e vice-versa”.

Na domiciliar, as pessoas podem ainda ter autorização para trabalhar fora e voltar para casa à noite ou não, precisam ficar o tempo todo em casa. Podem receber visitas-surpresa da fiscalização e devem comparecer diante do juiz periodicamente. De qualquer forma, devem arcar com os próprios custos e se ajustar às determinações do juiz, o que, como explica Michele Rosa, servidora do Núcleo Especializado de Situação Carcerária responsável pelo programa Mães em Cárcere, da Defensoria Pública de São Paulo, é uma questão complicada para as poucas mulheres que conseguem a medida e que são mães solteiras sem rede de apoio, sem reserva financeira e sem nenhuma alternativa a não ser trabalhar pelo sustento da família.

Ela diz que recentemente, para autorizar uma moça em prisão domiciliar com três filhos a trabalhar, o juiz determinou que precisaria de uma carta de intenções da futura empresa. Isso para que ela participasse do processo seletivo. “Que empresa vai fazer algo assim? Se já é difícil para elas trabalharem, ainda mais respondendo a processo, quem dirá com tantas exigências”, questiona Michele.

“O juiz entende a domiciliar como a dada para a Adriana Ancelmo [esposa do ex-governador do Rio Sérgio Cabral, que cumpre prisão domiciliar em seu apartamento, no Leblon, sem poder sair, usar a internet ou o telefone]. Não enxerga que as mulheres precisam trabalhar, levar o filho na escola, levar para tomar vacina, no médico. Eles acham que as mulheres têm uma rede de apoio que elas não têm. Geralmente são mulheres sozinhas responsáveis pelo sustento e cuidado dos filhos. Também não conseguem vaga em creche porque quem tem que pleitear é o responsável direto pela criança.”

Notícias ao Minuto
Casa onde Eike Batista cumpre prisão domiciliar, no Jardim Botânico, zona sul do Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)
Michele compara o caso de Adriana – que tem infraestrutura e condições financeiras abastadas – com as possibilidades bem inferiores que tem a maioria das mulheres presas, mas a esposa de Cabral é um dos raros casos de investigados da Lava Jato que de fato se enquadram na lei por ter filho menor de 12 anos, ao contrário de outros réus que obtiveram a cautelar apenas como prêmio em acordos de delação, como diz Sada: “O regime domiciliar, na Lei de Execuções Penais, fala em situações específicas. A não ser que os delatores tenham mais de 70 anos, tenham alguma doença grave etc., a lei não se aplica a eles. De igual modo, a Lei 12.850, que regulamenta a colaboração premiada, não prevê a possibilidade de o juiz aplicar essa pena em regime inicial domiciliar. Então isso não existe. O juiz tem algumas possibilidades a partir da delação, e o artigo 4o fala dos prêmios que os delatores podem receber. Eles podem ter o perdão judicial, ter a pena reduzida em até dois terços ou substituir essa pena por uma pena restritiva de direitos, entre outras coisas. A prisão domiciliar não está aqui. Portanto sua aplicação é claramente ilegal. Essa é uma das ilegalidades da Lava Jato. O primeiro acordo de delação, que é o do Paulo Roberto Costa, prevê uma imunidade material de investigação para os familiares dele. Isso não está previsto em lugar nenhum! E o Ministério Público Federal tem admitido esse comportamento criativo nas delações: a possibilidade de o delator receber uma parte do dinheiro que ele vai ajudar a devolver, o cumprimento de pena antes homologação do acordo, como no caso da Odebrecht. A prisão domiciliar como cumprimento de pena, cinco ou dez anos em regime domiciliar, e depois progredindo para um semiaberto, isso não tem previsão legal nenhuma. Essa é a grande crítica que se faz às delações hoje no Brasil”.

Sada compara os acordos a casos pequenos de tráfico de droga, que são o grosso das prisões no país e que, com roubo e furto, são as acusações que mais encarceram, com quase 80% das condenações. “Eu trabalho com o caso do Rafael Braga [jovem catador e morador de rua que foi preso durante uma manifestação em 2013, acusado de portar material explosivo porque estava com uma garrafa de Pinho Sol e outra de desinfetante, que causou grande mobilização das organizações de direitos humanos e que logo após ser finalmente solto, foi novamente preso pela PM que alegou encontrar com ele 0,6g de maconha, 9,3g de cocaína] e com assistência jurídica a outros presos provisórios acusados de tráfico ou associação ao tráfico. São acusações muito menos graves, com muito menos poder para influenciar ou interferir no curso do processo ou possibilidade de fugir para outro país, mas ainda assim eles permanecem presos durante todo o tempo. No caso do Rafael, o crime é sem violência ou grave ameaça, que é o tráfico. Ele estava com quantidade inferior a 1 grama de maconha e inferior a 10 gramas de cocaína e um foguete. Na verdade, foi um flagrante forjado, mas, supondo que a acusação fosse verdadeira [Ele está preso desde 2013 e recentemente foi condenado a mais de 11 anos de prisão], se a gente pensar que tem pessoas acusadas de desviar milhões, bilhões de reais, e causarem prejuízo desproporcional, pessoas que têm poder para intimidar outras ou obstruir o processo, fica muito desigual.” Ele lembra que o último habeas corpus pedido para Rafael falava justamente nesse tratamento diferenciado, tendo como paradigma o caso de José Dirceu. “Porque o Dirceu também é uma pessoa que já tinha uma condenação criminal, assim como o Rafael, e o argumento é mais ou menos o mesmo: essa pessoa voltou a praticar crimes, então ela precisa ficar presa durante o processo para que se interrompa essa ação criminal, porque é perigosa. E o Dirceu foi condenado em primeira instância assim como o Rafael. O Dirceu conseguiu sair com tornozeleira eletrônica com a condição de não deixar sua cidade. Então, se a pessoa de um grupo econômico ou político poderoso, acusada de causar dano social ou ao erário enorme, pode aguardar um recurso em prisão domiciliar, por que o Rafael ou outros milhares de pessoas não têm também esse direito?”, questiona.

Notícias ao Minuto
O morador de rua Rafael Braga, preso durante os protestos de 2013, foi condenado a 11 anos de prisão por tráfico (Foto: Mídia NINJA)
DOMICILIAR

Idelfonso Colares Filho – domiciliar/tornozeleira

Othon Zanoide de Moraes Filho – domiciliar/tornozeleira

Ronan Maria Pinto – domiciliar/tornozeleira

Hilberto Mascarenhas Alves da Silva Filho – domiciliar/tornozeleira

Zwi Skornicki – domiciliar/tornozeleira

Alexandre Correa de Oliveira Romano – domiciliar

Nelma Mitsue Penasso Kodama – domiciliar/tornozeleira

Iara Galdino da Silva – domiciliar/tornozeleira

TORNOZELEIRA

Branislav Kontic

Othon Luiz Pinheiro da Silva

Otavio Marques de Azevedo

Elton Negrão de Azevedo Junior

Marcio Faria da Silva

Rogério Santos de Araújo

Milton Pascowitch

Dario Queiroz Galvão Filho

Adir Assad

Mario Frederico Mendonça Góes

Nestor Cunat Cerveró

Fernando Antônio Falcão Soares

Eduardo Hermelino Leite

Dalton dos Santos Avancini

Fernando Falcão Soares

João Procópio Junqueira Pacheco de Almeida Prado

Paulo Roberto Costa

*Dados retirados de planilha fornecida pela assessoria de imprensa da Justiça Federal do Paraná

*O nome foi trocado a pedido da entrevistada
Fonte: N ao M

Rezende fala da razão de largar quimioterapia: 'Deus mandou'

"Foi a melhor decisão que eu tomei. E não tomei porque eu quis, eu tomei porque Deus soberano mandou", acrescentou
Rezende fala da razão de largar quimioterapia: 'Deus mandou'

Na dura batalha contra câncer no figado e pâncreas, o jornalista Marcelo Rezende surpreendeu novamente, ao mostrar sua opinião em vídeo divulgado nesta quarta-feira (26), em seu Instagram.


A primeira surpresa se deu, meses atrás, quando o apresentador optou por abandonar a quimioterapia e buscou tratamentos alternativos em busca da cura.

Nesta quarta, ele fez um vídeo em que rebateu quem o criticou. "Uma das coisas que me deixaram triste, foi quando eu desisti da medicina tradicional e algumas pessoas, ainda bem que foram poucas, me chamaram de covarde. Mas como posso ser covarde se cada passo que dou é orientado pelo meu pai", frisou.

Em seguida, veio a opinião, que pode trazer polêmica, mas que foi dita com muita fé e sinceridade por parte dele: "Portanto, quero dizer uma coisa. Foi a melhor decisão que eu tomei. E não tomei porque eu quis, eu tomei porque Deus soberano mandou. E olha eu aqui, mais uma vez, mostrando que estou me recuperando e que a cura está cada vez mais perto. E eu dependo cada vez mais da sua oração. Qeu Deus nos proteja e nos abençoe", falou ele.

Na legenda do vídeo, Rezende ainda escreveu: "O segredo? Falar com DEUS. E saber esperar a resposta do PAI SOBERANO. A CURA está chegando."

Nos comentários, os fãs seguiram mandando mensagens positivas para ele. "Não tenho dúvidas de que Deus está olhando para você e vai te curar de todos os problemas", falou uma seguidora. "Com fé em Deus a gente consegue tudo", disse outra. "Não se preocupe como que os outros acham ou deixam de achar. Vá atrás da sua cura pois só você sabe o que está acontecendo", opinou mais um.
Fonte: N ao M

Partida entre Brasil e Chile será no Allianz Parque, confirma CBF

"Duelo é válido pelas Eliminatórias da Copa da Rússia 2018; seleção de Tite já está garantida no Mundial"


A última partida da Seleção Brasileira válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo Rússia 2018 já tem local definido. O Brasil receberá o Chile no Allianz Parque, estádio do Palmeiras, na cidade de São Paulo.

O jogo será no dia 10 de outubro e ainda não possui horário confirmado devido a possibilidade de rodada simultânea. Antes de receber o Chile, a Seleção Brasileira enfrentará a Bolívia, no dia 05 de outubro, em La Paz.

Será o segundo jogo da Seleção Brasileira no Allianz Parque. Na primeira partida, vitória por 2 a 0 sobre o México com gols de Philippe Coutinho e Diego Tardelli.

O Brasil já está classificado para o Mundial de 2018. Desta maneira, o treinador Tite deve usar a partida para fazer alguns testes e tirar algumas “dúvidas” sobre jogadores.
Fonte: N ao M

MP que cria Agência Nacional de Mineração é publicada no Diário Oficial

"De acordo com a MP, a agência integra a administração pública federal indireta, está submetida a regime autárquico especial e vinculada ao Ministério de Minas e Energia"


A medida provisória (MP) que cria a Agência Nacional de Mineração (ANM) e extingue o Departamento Nacional de Produção Mineral está publicada na edição desta quarta-feira (26) do Diário Oficial da União. Ela foi assinada pelo presidente Michel Temer.

De acordo com a MP, a agência integra a administração pública federal indireta, está submetida a regime autárquico especial e vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A ANM terá a sua sede no Distrito Federal e poderá ter unidades regionais.

A MP diz ainda que a Agência Nacional de Mineração terá como finalidade implementar as políticas nacionais para as atividades integrantes do setor de mineração, “compreendidas a normatização, a gestão de informações e a fiscalização do aproveitamento dos recursos minerais no país”.

Além disso, também caberá a ANM, entre outras medidas, implementar a política nacional para as atividades de mineração e estabelecer normas e padrões para o aproveitamento dos recursos minerais, observadas as políticas de planejamento setorial definidas pelo Ministério de Minas e Energia.

O documento diz ainda que o diretor-geral e os demais membros da diretoria colegiada têm que ser brasileiros, indicados pelo presidente da República e nomeados após aprovação pelo Senado Federal. Com informações da Agência Brasil.
Fonte: N ao M

JBS comprou presidência da Câmara para Cunha

"Segundo interlocutores de Funaro, ele dirá em seu acordo de colaboração na Lava Jato, que a eleição de Cunha para a presidência da Câmara foi comprada"


A delação premiada de Lúcio Funaro foi mais do que prejudicial para o deputado cassado Eduardo Cunha. Nela, segundo interlocutores de Funaro, ele dirá em seu acordo de colaboração na Lava Jato, que a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara foi comprada pelo empresário Joesley Battista, da JBS.

Como divulgou a coluna do Estadão, Joesley afirma que deu R$ 30 milhões para Cunha "sair comprando um monte de deputados Brasil a fora. Para isso que servia esses R$ 30 milhões". Na ocasião, em fevereiro de 2015, Cunha foi eleito em primeiro turno e com o apoio de 267 deputados.

Fonte: N ao M

Maia prevê quorum na votação e vitória de Temer em agosto

"As apostas agora estão centradas na segunda denúncia que será feita pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot"


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem dito nos bastidores que haverá quorum para votar a denúncia contra o presidente Michel Temer, no próximo dia 2 de agosto. Ainda segundo Maia, o resultado será positivo para o peemedebista.

De acordo com a coluna Painel da Folha de S. Paulo, as apostas agora estão centradas na segunda denúncia que será feita pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

Para tal momento, Temer tem colocado pressão em seus aliados. Aos ministros, por exemplo, ainda segundo a coluna, ele exigiu que mesmo que tirem férias, eles devem retornar a Brasília em 1º de agosto.
Fonte: N ao M

Força Nacional permanece por mais 90 dias em Alcaçuz (RN)

"Com a manutenção das atividades na penitenciária, será possível planejar concurso e melhorar formação de agentes penitenciários"


O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou a Força-tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) a permanecer na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, em Natal (RN), por mais 90 dias. A portaria com a medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (26).

Com a continuidade dos trabalhos, o Estado do Rio Grande do Norte terá mais tempo para realizar concurso e formação de agentes penitenciários. Os integrantes da Força-tarefa do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) exercem atividades de guarda, vigilância e custódia de presos especificamente em Alcaçuz.

Brigas entre facções, que destruíram os pavilhões e deixaram mais de 20 presos mortos no início do ano, levaram os agentes à penitenciária em 26 de janeiro, onde ainda estão ajudando na segurança.

A atuação no local é a primeira experiência da Força de Intervenção Penitenciária. O grupo é composto por agentes penitenciários cedidos por estados e também pelo Depen.  As informações são do Portal Brasil.
Fonte:N ao M

Divisão de Homicídios chega a Tucuruí para investigar a morte do prefeito Jones William

"Prefeito foi assassinado a tiros na terça-feira (25). Enterro está previsto para ocorrer na quinta-feira (27)"


Equipes da Divisão de Homicídios da Polícia Civil e do Comando de Missões Especiais (COE) da Polícia Militar de Belém foram enviadas para Tucuruí, no sudeste do Pará, para reforçar a segurança e atuar nas buscas aos autores do assassinato do prefeito Jones William da Silva Galvão, de 42 anos. O corpo do gestor municipal está sendo velado no ginásio de esportes da cidade e o enterro será realizado na quinta-feira (27) no município.

De acordo com a polícia, no momento do crime o prefeito visitava obras de recapeamento da estrada de acesso ao aeroporto, em uma área conhecida como Ocupação Cristo Vive. Era por volta de 16h quando dois homens em uma moto passaram no local e dispararam contra o prefeito.

Segundo relatos recebidos pelo delegado Sandro Rivelino, titular da Superintendência da Polícia Civil de Tucuruí, foram vários tiros de pistola calibre ponto 40. A vítima ainda chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Regional de Tucuruí, mas não resistiu e morreu. Um funcionário da prefeitura, que estava ao lado de Jones William foi atingido por um dos disparos de raspão, mas já recebeu atendimento no hospital e passa bem.

O crime assustou a população de Tucuruí. Milhares de moradores foram até o ginásio poliesportivo se despedir do prefeito.

“Todos nós que trabalhamos com ele ficamos em estado de choque e até o momento a ficha nem caiu ainda pra falar a verdade. Uma tragédia muito grande que aconteceu”, disse a funcionária pública Dágila Taumaturgo.

Investigações
Os policiais da capital chegaram ontem mesmo a Tucuruí. As investigações serão realizadas por uma equipe de policiais civis da Divisão de Homicídios de Belém, sob coordenação do delegado Eduardo Rollo. A equipe da Superintendência Regional da Polícia Civil do Lago de Tucuruí também participa das investigações.

A Polícia Militar, por meio do Comando de Missões Especiais (CME), já está com policiais militares em apoio às guarnições do município para reforçar o policiamento na cidade e auxiliar o trabalho investigativo.

O Ministério Público do Estado disse que entrou em contato com a Polícia Federal para estabelecer uma parceria nas investigações para apuração do crime. Jones William era investigado pelo MP por corrupção. Segundo a promotoria, ele era suspeito de direcionar licitações para favorecer empresários locais. O processo tramitava em sigilo.

Perfil do prefeito
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Jones William nasceu em Italva, no Rio de Janeiro. Ele era enfermeiro e tinha 42 anos. William foi eleito prefeito em 2016 com 31.268 votos, que representam 53,50% dos votos válidos. Antes de assumir cargo no executivo ele havia atuado como vereador na câmara municipal em 2008, e concorrido ao cargo de prefeito na cidade em 2012, quando não foi eleito.

Outros casos
Esta é a terceiro prefeito assassinato na região sudeste do Pará desde 2016. No dia 16 de maio Diego Kolling (PSD), prefeito da cidade de Breu Branco, que fica a 38 km de Tucuruí, foi morto enquanto andava de bicicleta na companhia de amigos em um trecho da rodovia PA-263, que liga Tucuruí a Goianésia do Pará.

De acordo com a polícia, as investigações sobre a morte do prefeito Diego Kolling estão em andamento e são coordenadas pela Divisão de Homicídios.

Em janeiro de 2016 o prefeito de Goianésia do Pará, João Gomes da Silva (PR), o "Russo", foi morto a tiros enquanto estava dentro de um velório no centro da cidade, que fica a 98 km de Tucuruí. Ele tinha 62 anos e ocupava o cargo desde 2013.

Segundo a polícia, a morte do prefeito teria sido encomendada pelo vereador José Ernesto da Silva, o Zé Ernesto, que foi o mandante do crime por motivos políticos: ele planejava concorrer ao cargo municipal, mas João Gomes era cotado para a reeleição.

Outros suspeitos de terem participado da morte são Benedito Peres Campelo e o filho dele, Kleberson Deibe Campelo, que seriam os executores. O intermediário na contratação dos executores seria conhecido como Chicão.

Dos quatro suspeitos está preso Benedito Campelo. Kleberson e Chicão estão foragidos, e Zé Ernesto foi assassinado em fevereiro de 2016 por dois homens - identificados como Murilo e Nego Bala - que também foram presos.

Fonte: G1PA

terça-feira, 25 de julho de 2017

Emissão de passaportes é retomada após quase um mês de suspensão

"Casa da Moeda afirmou em nota na sexta (21) que trabalhará 24 horas por dia – sete dias por semana – para regularizar a situação. Serviço está suspenso desde 27 de junho por restrição orçamentária.
Emissão de passaportes ficou suspensa por mais de três semanas por restrição orçamentária (Foto: Reprodução/TV Globo)

A Casa da Moeda retomou, na manhã desta segunda-feira (24), a confecção de passaportes após o serviço ter ficado quase um mês suspenso por restrição orçamentária. A retomada da emissão do documento se dá três dias depois de a Polícia Federal (PF) ter recebido um crédito suplementar de R$ 102,3 milhões para voltar a produzir os passaportes.

Em nota, a Casa da Moeda confirmou na sexta-feira (21) que já havia recebido os arquivos com os dados pessoais de quem solicitou o documento em meio ao período em que a emissão de passaportes estava interrompida.

No mesmo comunicado, o órgão responsável pela confecção dos passaportes afirmou ainda que vai trabalhar 24 horas por dia e sete dias por semana a partir de segunda-feira para regularizar o mais rápido possível a emissão do documento.


SAIBA COMO TIRAR PASSAPORTE
A Casa da Moeda informou ainda que os custos extras para atender a todas as solicitações nos postos da PF durante os dias de suspensão serão bancadas pelo próprio órgão.

A confecção de passaportes estava suspensa desde 27 de junho, quando a PF anunciou que iria paralisar a emissão dos passaportes porque havia atingido o teto orçamentário desta rubrica previsto para 2017.

A Polícia Federal explicou à época que a interrupção do serviço não se deu porque faltasse dinheiro, e sim porque a corporação havia atingido o limite do gasto autorizado na Lei Orçamentária da União para essa rubrica específica.

Com a retomada da confecção, a entrega dos passaportes seguirá a ordem cronológica das solicitações: quem fez o pedido primeiro, receberá primeiro.

A estimativa de normalização é de aproximadamente cinco semanas e pode ser impactada pelo volume de novas solicitações.

De acordo com a Polícia Federal, 175 mil pedidos de passaportes ficaram represados durante o período no qual a corporação deixou de emitir o documento. Nas últimas três semanas, apenas os agendamentos online e nos postos de atendimento funcionaram.

Crédito suplementar
A lei que liberou um crédito suplementar de R$ 102,3 milhões à Polícia Federal para manter a confecção dos passaportes até o final do ano foi publicado na edição da última sexta-feira do "Diário Oficial da União".

Dois dias antes, o presidente Michel Temer havia sancionado o projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional autorizando o repasse dos recursos extras para a PF.

O crédito suplementar para a PF é resultado de um remanejamento no Orçamento da União. O dinheiro foi retirado de uma contribuição que o Brasil faria à Organização das Nações Unidas (ONU).

Fonte: G1PA

Funcionários de fazenda invadida e incendiada em Marabá depõem na polícia

"A sede da propriedade foi destruída por um grupo de aproximadamente 60 pessoas, diz polícia. Caso está sendo investigado pela Delegacia de Conflitos Agrários"
A Polícia do Pará começa a ouvir nesta terça-feira (25) os depoimentos dos funcionários da fazenda Mutamba que que presenciaram a invasão ao local. A propriedade fica em Marabá, sudeste do Estado, e foi invadida, depredada e incendiada na manhã do último domingo (23). Segundo a polícia, cerca de 60 pessoas participaram do ataque, que destruiu as casas dos funcionários, pastos, curral e veículos usados na propriedade.

Segundo o delegado Alexandre Silva, a suspeita é que o crime tenha sido praticado por um grupo de posseiros que tiveram de deixar a área em maio de 2017, após uma decisão judicial que determinou a reintegração de posse. “Não aceitando a situação, resolvem promover a destruição para tornar a área improdutiva e causar prejuízos ao proprietário a fim de que ele abandone a área”, disse.

Durante a invasão, um segurança da fazenda foi baleado na mão. Os funcionários estão com medo. O gerente chegou a registrar, inclusive, um boletim de ocorrência na véspera do crime informando uma possível invasão.

De acordo com o delegado Alexandre, os seguranças da fazenda foram surpreendidos pelo grupo, e não conseguiram evitar o incêndio. “Eles não tiveram como reagir porque era muita gente, só deu tempo de salvar as famílias que estavam no local. A intenção não foi ferir ninguém e sim destruir a fazenda”, disse.

A Delegacia de Conflitos Agrários está investigando o caso e ontem a equipe voltou a sobrevoar o local com o apoio do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do estado do Pará (Graesp).

Reforma agrária
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que vem tentando negociar terras para assentar pelo menos oito mil famílias no sul e sudeste do Pará, tentou comprar a terra, mas o dono não quis vender pois consider a fazenda produtiva.

O órgão federal também reconhece que a demora para promover a reforma agrária tem acirrado os conflitos na região. Segundo o Incra, existem 21 posseiros em ocupações irregulares.
Fonte: G1PA

Cinco municípios devem criar consórcio para dar destinação adequada aos resíduos sólidos

"Essa seria uma solução para o problema, já que em 20 anos de funcionamento o lixão em Castanhal não recebe nenhum tipo de tratamento."
Os municípios de Castanhal, Inhangapi, São Francisco, Santa Maria e Santa Izabel, que ficam na região Norte, Nordeste e Sudeste do Pará, estão se organizando em um consórcio para criar um aterro sanitário na região que atenda as cinco cidades. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente de Castanhal essa seria uma solução para o problema, já que em 20 anos de funcionamento o lixão em Castanhal não recebe nenhum tipo de tratamento.

De acordo com a Secretaria, diariamente Castanhal produz em média 200 toneladas de lixo doméstico, isso significa dizer que a cada 30 dias são retiradas das ruas e jogadas mais de 6 mil toneladas de resíduos sólidos no local.

A quantidade de lixo armazenado não é maior porque os catadores retiram uma grande quantidade de material sólido da área. A maior parte do lixo é armazenada em grandes sacolas que são vendidas para empresas de reciclagem. É dessa reciclagem que muitas famílias acabam tirando o seu sustento.

“Eu trabalho há cinco anos aqui no lixão, daqui eu pago meu gás, compro minha comida, tiro todo meu sustento. Pago até a minha energia com que tiro daqui”, conta Rosemeire Pinheiro, catadora.

Mudanças após aterro ser implantado

De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente de Castanhal nesse processo de implantação de um novo aterro que irá atender as cinco cidades, cada município irá separar o material sólido que vai parar na reciclagem. Só a parte orgânica vai para o aterro sanitário e passará por tratamento. Esse processo será acompanhado pela Companhia de Pesquisa Mineral do Pará.

No caso de Castanhal quando o aterro sanitário estiver funcionando em outra área que ainda não foi definida, o lixão do pantanal deve ser desativado. Várias ações de recuperação da área degradada devem ser implantadas no local. 
Fonte: G1PA

Governo facilita emissão de identidade com nome social para pessoas trans no Pará

"Portaria regulamenta emissão de identidade, eliminando etapa burocrática. Veja como conseguir emitir seu documento."
Emissão de carteira com nome social foi desburocratizada (Foto: Divulgação / Polícia Civil)


O governo do Pará eliminou uma etapa burocrática para a emissão de carteira de identidade com nome social para transexuais e travestis: agora não será mais preciso solicitar a declaração de identidade de gênero, que era emitida Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), para conseguir a documentação.

"A mudança foi definida em uma instrução normativa emitida pela Diretoria de Identificação da Polícia Civil no dia 12 de junho, e já está em vigor. “A pessoa fica livre para escolher o nome pelo qual vai ser identificado”, disse o papiloscopista Fernando Santa Rosa."
Além de agilizar o processo, a Instrução Normativa traz mudanças no procedimento: agora os sobrenome da família pode ou não constar no sobrenome da identidade da pessoa trans e, após a emissão da primeira via, este nome não pode ser substituído.

Podem solicitar as identidades com nome social apenas pessoas cujo registro civil foi feito no Pará. Quem tiver identidade de outro estado precisa, primeiro, tirar uma carteira de registro civil paraense para, em seguida, pedir a carteira com nome social.

Nome social
O direito a documentação com nome social foi garantido no Pará por um decreto publicado em maio de 2013 no Diário Oficial do Estado. Desde então já foram expedidos mais de 300 documentos, que reconhecem a cidadania das pessoas trans.

Para solicitar a carteira de nome social é preciso apresentar certidão de nascimento original, duas fotos 3x4 recentes e comprovante de residência atual. Com todos os documentos, basta ir até o Posto Central de Identificação, na Delegacia-Geral de Polícia Civil. O documento é emitido no mesmo dia.

A carteira de nome social traz, além do nome social, foto de identificação, o número do RG e o órgão expedidor. Também estão inseridos data de nascimento, filiação, CPF e profissão. O documento é válido em todo o Estado.

Serviço: A emissão da carteira de identidade com nome social pode ser feita na Delegacia-Geral de Polícia Civil, que fica na Avenida Magalhães Barata, 209, bairro Nazaré. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas, e na Estação Cidadania do Shopping Bosque Grão Pará.

Fonte: G1PA

UA CLAUHS

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Warley Alberto Clauhs Formação: Graduado em Letras . Pós Graduado em Arte em Educação. Graduação em Pedagogia. Graduando em Artes. Preparado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Teatrais -SP. Poeta, Ator, Radialista e blogueiro.