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segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

PARÁ E CEARÁ: FACÇÕES CRIMINOSAS DESAFIAM A SEGURANÇA E OS GOVERNOS

"Facções Criminosas Fazem o que Bem Entendem e Desafiam Governos"


O Pará e Ceará não têm paz e vivem dominados pela violência, que explode e não poupa ninguém. Em Belém, por exempolo, seis policiais militares foram assassinados em apenas 13 dias do governo Helder Barbalho. O governador foi ao enterro de um dos PM mortos, em Icoaraci, o que demonstra sua preocupação com o estado de coisas. A polícia daqui tenta se articular para enfrentar aquele que já é seu maior desafio: diminuir os elevados índices de criminalidade, extermínios e execuções, inclusive de policiais. 

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O jornal "Diário do Pará", que pertence à família do governador, vem na edição deste domingo com um factóide risível: o de que os homicídios caíram 40% desde que Helder assumiu. Balela, manipulação da informação. Helder pediu, e ainda não obteve, a tropa da Força Nacional de Segurança.
Exemplo disso é o que está ocorrendo no Ceará, onde a Força de Segurança lá está lá há mais de uma semana, mas os atentados terroristas e as matanças continuam a todo vapor. No Rio de Janeiro, essa Força foi posta para correr pelas facções criminosas. Prova de que é uma força despreparada para enfrentar essa modalidade de criminosos. 

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A onda de ataques criminosos continua pelo 12º dia no Ceará. Nesta madrugada, uma explosão atingiu o juizado Especial Criminal de Fortaleza e uma ponte na BR-116, na Grande Fortaleza. Ainda não há informações sobre a dimensão do ataque. No interior e na capital, veículos foram incendiados. Neste sábado, as forças especiais apreenderam cinco toneladas de explosivos na capital cearense.

A onda de violência teve início em 2 de janeiro após o governo anunciar medidas para tornar mais rigorosa a fiscalização nos presídios. Já ocorreram 200 ataques e o número de pessoas presas ou apreendidas por suspeita de envolvimento com a onda de violência no estado já chega a 336. 

No sábado,  em uma sessão extraordinária de sete horas de duração, os deputados do estado aprovaram um pacote de medidas com objetivo de combater a violência no estado. Estiveram presentes 31 dos 46 deputados. O pacote foi proposto pelo governador do Ceará, Camilo Santana (PT). 

Entre as medidas aprovadas está a chamada Lei da Recompensa, com a qual o governo pretende pagar quem ajudar o poder público com informações sobre executores desses e de outros crimes, ou puder antecipar pistas sobre novas ações. O valor a ser pago pela Lei da Recompensa não ficou definido na votação. Por meio de decreto, o governador do Ceará deve fixar um limite. 

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Outras medidas emergenciais aprovadas foram o aumento de 48 para 84 o máximo de horas extras que policiais civis, militares e bombeiros podem fazer por mês; a convocação de policiais da reserva para aumentar o efetivo de agentes nas rua; a criação de um banco de informações sobre veículos desmontados após roubo; restrição da presença de pessoas no entorno dos presídios, com objetivo de evitar fugas; a criação do Fundo de Segurança Pública, que terá reserva para investir na prevenção de crimes e pagar beneficiados da Lei da Recompensas; e a regularização do comando de tropas de policiais militares cedidas por outros estados. 

Em meios à sequência de crime, a sessão contou com reforço policial. Do lado de fora da Assembleia Legislativa, dezenas de policiais militares estavam a postos. O pacote do governo passou pela Comissão de Constituição e Justiça, Transporte, Serviço Público, Defesa Social e de Orçamento. Somente às 20h30, as medidas foram votadas em plenário. 
fonte ver-o-fato

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UA CLAUHS

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Warley Alberto Clauhs Formação: Graduado em Letras . Pós Graduado em Arte em Educação. Graduação em Pedagogia. Graduando em Artes. Preparado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Teatrais -SP. Poeta, Ator, Radialista e blogueiro.