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sexta-feira, 23 de março de 2018

O BRASIL NÃO TEM MAIS VOLTA SE NÃO HOUVER UMA REFORMA

"O País Está Sujo, Mal Visto e Sem Moral. Sem Reforma Política os Brasileiros Continuarão a Ser Escravos na Própria Pátria"

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Não pensem que retirando o Lula, Dilma, empresários corrompidos e outros poucos políticos, que o país irá melhorar. A problemática, a corrupção, é algo radicalizado, algo desastroso entre políticos praticamente de todos os partidos,  e assustadoramente, há juízes que compartilham dos mesmos interesses interesseiros. 

Em quem confiar, já que desde Brasilia, Estados e Municípios brasileiros ouvimos continuamente a mesma novela de sempre, ou seja, vereadores, prefeitos, deputados estaduais e governadores, juízes beneficiando vereadores, empresários e prefeitos, e, quando observa-se o nosso presidente não eleito, percebemos que todos os corruptos têm o incentivo do governo nacional.

Sem reforma política não haverá um Brasil mais justo, sem tantas desigualdades e cujo salário seja verdadeiramente  capaz de garantir qualidade de vida.
    
No Brasil pagamos mais caro por tudo, sendo que somos um país de muitos recursos. Exportamos nossas riquezas trabalhadas lá fora que depois de lapidadas graças a tecnologia de ponta, enfim importamos e levamos a população por preços altíssimos. 

Parece, e é de fato, uma burrice proposital, um combinado entre nações ou uma consciência plena e articuladora dos nossos políticos aqui no Brasil em prol de si próprios. Algo quem sabe maior e espiritualmente iluminador para propósitos ainda mais desastrosos. 

Temos riquezas minerais capazes de mudar a vida de todos os brasileiros e levar o país a dar um salto economicamente falando, incrível. Como o Nióbio por exemplo, mas ninguém se fala nisso, nem naquilo ou aqueloutro.  
[grido meu].
Arte Nióbio - anglo american (Foto: Editoria de Arte/G1)

Compare o quanto somos explorados dentro do nosso próprio país

Será que aquela história de “falem bem, falem mal, mas falem de mim” vale mesmo para tudo? O Brasil está em pauta há algum tempo, em todos os cantos do mundo. Mas parece que agora nosso país está sendo visto de uma maneira negativa.
De acordo com um artigo postado no Wall Street Journal, o real é considerado uma das moedas mais supervalorizadas do mundo, o que significa que o custo de vida por aqui está cada vez mais caro.

A surpresa é que os preços do Brasil estão mais altos do que os de Nova York. Para quem argumenta que há diferença entre as moedas, o portal americano Business Insider converteu os preços em real para dólar, a fim de traçar um comparativo fácil de ser compreendido. Os resultados são assustadores:


Aluguel residencial
O aluguel de um apartamento de alto padrão custa US$ 2.397 por mês em São Paulo. O mesmo tipo de imóvel custa US$ 2.000 em Miami.

Veículos
Nos EUA, você iria gastar cerca de US$ 21.000 para comprar um novo Golf, da Volkswagen. Aqui no Brasil o mesmo carro custa aproximadamente US$ 27.000.

Jornais

Para ler um jornal internacional em Manhattan, uma pessoa desembolsaria US$ 2,50. Mas, se essa mesma pessoa estivesse no Rio de Janeiro, gastaria US$ 9,59.

 Roupas
Na terra do Tio Sam, um vestido comprado em uma rede popular de lojas custa US$ 38. Aqui, na terra dos impostos superaltos, esse valor subiria para US$ 76.

Alimentação
Até mesmo as comidas de fast food, consideradas relativamente baratas, são mais caras em nosso país tropical. Nos EUA, a média de um lanche em uma dessas redes é US$ 5,50, enquanto aqui, US$ 8,99.

Aluguel comercial
Uma sala de escritório no RJ custa US$ 1.333 o metro quadrado por ano. Em Nova York, esse valor cai para US$ 1.277.

Jeans
Nos EUA, uma calça básica da Levi`s custa US$ 40. Aqui, esse valor triplica.
O jeito é pensar duas vezes antes de abrir a carteira.
Fonte: https://www.megacurioso.com.br/economia/36000-esta-muito-caro-viver-no-brasil.htm
O que é Reforma Política?
A reforma política propõe mudanças no congresso nacional *
A reforma política é uma série de medidas e alterações legais para transformar o sistema eleitoral e político a fim de corrigir falhas, desigualdades ou distorções promovidas ao longo do tempo. É objetivo também o combate a problemas existentes no meio político partidário eleitoral, como a corrupção.

Há um amplo debate sobre como e se deve haver uma reforma política no Brasil, uma vez que ela envolve inúmeros temas e, dependendo da forma com que acontecer, poderá ampliar ou reduzir a democracia e a participação da população no processo de eleição e nos espaços decisórios da soberania nacional.

Entre as pautas principais, cabe destaque para a questão do financiamento de campanha. Atualmente, as candidaturas são financiadas por verbas públicas e privadas, ou seja, tanto o Estado quanto pessoas físicas e jurídicas podem contribuir para angariar fundos na campanha de um partido e de um determinado candidato.

A proposta é que a reforma política acabe com essa prerrogativa, instituindo apenas o financiamento público de campanha, com um teto a ser definido e que seria igual para todos os partidos. Assim, a ideia é evitar campanhas multimilionárias, o que, em tese, vai contra os interesses da democracia, haja vista que candidaturas mais bem financiadas têm maiores chances nas eleições.

Outro ponto polêmico é o que se refere às coligações partidárias. Muitos afirmam que elas são um problema, pois beneficiam pequenos partidos que, em tese, só existem para pleitear cargos em campanhas e gestões de partidos maiores, além de desigualarem o tempo de TV, haja vista que o tempo da campanha é distribuído para cada candidato pelo número de partidos existentes em sua coligação.

Dentre as propostas, citam-se: o fim das coligações, o que não é consenso; a distribuição do tempo de campanha na TV por candidato, e não por partido; o limite de partidos por coligação; entre outras.

Soma-se a esses temas a questão da proporcionalidade dos votos. Hoje, os deputados federais e estaduais, além dos vereadores, são eleitos por maior número de votos e também pelo voto de legenda. Assim, partidos que possuírem, na soma final, mais votos, têm direito a mais cadeiras, o que contribui para que candidatos menos votados sejam eleitos em detrimento de candidatos mais votados.

Existem várias propostas de mudança. Uma delas é o voto distrital, que dividiria os deputados por distrito e os deputados seriam eleitos em cada um deles por maioria direta. Essa ideia critica o fato de que partidos e deputados com mais renda são mais facilmente eleitos, o que faz com representem somente as elites (e uma parcela reduzida da população de seus respectivos distritos). Outra ideia é o voto em lista, em que os eleitos votariam somente nas siglas e estas escolheriam os seus candidatos (o que seria feito antes das eleições).

O fim do voto secreto na câmara e no senado também é um ponto presente nos debates sobre reforma política. Em processos de cassação de mandatos, os parlamentares votam pela cassação ou não em uma lista secreta, o que, de um lado, defende o votante de pressões políticas internas, mas, de outro, evita a transparência para com a população. A proposta é acabar com o voto secreto em sessões de cassação de mandatos.

Esses são os pontos principais, aqueles que geram mais debates e maiores polêmicas. No entanto, existem outros pontos que também podem fazer parte de uma possível reforma política, como o fim do voto obrigatório, a proibição da reeleição, a permissão de um número de candidatos sem partidos, entre outros.
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-reforma-politica.htm

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UA CLAUHS

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Warley Alberto Clauhs Formação: Graduado em Letras . Pós Graduado em Arte em Educação. Graduação em Pedagogia. Graduando em Artes. Preparado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas Teatrais -SP. Poeta, Ator, Radialista e blogueiro.