"Manifestantes, que cobram do governo ZEMA piso salarial, seguem em direção à Praça Sete."

Concentração na porta da Assembleia Legislativa — Foto: Sind-UTE-MG / Divulgação
Os servidores da educação da rede estadual realizam uma manifestação, nesta quinta-feira (31), e ocupam as ruas do centro de Belo Horizonte.
A categoria segue cobrando do governo de Minas Gerais o pagamento do piso salarial. Nesta quarta-feira (30), a Assembleia Legislativa (ALMG) aprovou aumento de 10,06% para todos os servidores. Os professores ainda receberam um adicional de 33,24%, para que o piso fosse alcançado. Mas o projeto ainda tem que ser sancionado pelo governador Romeu Zema (Novo).
Uma audiência de conciliação foi realizada com o governo de Minas Gerais nesta tarde, mas, mesmo com proposta de ampliação do pagamento de rateio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), a greve continua.
Por volta das 14h, especialistas da educação básica do estado, entre supervisores e orientadores, se concentraram na porta da ALMG, no bairro Santo Agostinho.
Segundo o Sindicato dos Profissionais de Especialistas em Educação do Ensino Público do estado (Sindespe-MG), a greve começou no dia 24 de março. Além do piso, o grupo também pede reestruturação da carreira.

Foto: RG Comunicação | Assessoria de Imprensa Sindespe

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